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Egito vive cenas de batalha de rua

O Egito viveu uma semana de tumultos e protestos violentos, provocados pela decisão do presidente do país, Mohamed Morsi, em assinar um decreto que lhe concede amplos poderes. 

Os protestos já duram sete dias, e também houve ataques realizados contra o partido de Morsi, a Irmandade Muçulmana, em diferentes pontos do país. Longe das multidões, as classes política e jurídica do Egito também estão em confronto. 

Críticos dizem que a assembleia encarregada de formular a nova Constituição pretende introduzir uma legislação islâmica no país. A decisão de formular um esboço da Constituição para esta quinta-feira foi uma medida para impedir a dissolução da Constituinte pelo Judiciário, que poderia ocorrer no domingo.

fonte: BBC

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Exposição sobre o Egito encerra-se no dia 31


A exposição “O Egito ao longo do Nilo”, da fotógrafa holandesa Marianne Lemmen, continua aberta no Centro Cultural Municipal (Praça Coronel Vitoriano, 1, próximo ao Convento de Santa Clara - Taubaté) até o próximo dia 31 de outubro. 

Com entrada franca, a mostra reúne cerca de 150 fotografias coloridas que retratam detalhes dos monumentos mais famosos do Egito, bem como flagrantes da vida e dos costumes do povo egípcio. A visitação tem sido elevada, especialmente por grupos de estudantes e pessoas interessadas em História, Arqueologia e Artes, além dos mistérios da antiga Civilização que marcou a Humanidade durante milênios.

Segundo o curador da exposição, jornalista Antonio Barbosa Filho (colaborador do DT), “a idéia foi levar o visitante a uma viagem ao longo do rio Nilo, desde o imenso lago da represa de Assuã, ao Sul; até sua foz, em Alexandria. No percurso, passamos pelos mais belos templos e tumbas, pelo Vale dos Reis, Luxor, Karnac, e o Cairo, com suas mesquitas, igrejas coptas (cristãs), mercados e o tráfego sempre congestionado. 

As pirâmides de Gizé e a Esfinge estão mostradas em ângulos não muito habituais. Ao final, o visitante terá tido uma visão completa do Egito e dos hábitos de seu povo, como os diferentes estilos de residências às margens do rio e suas práticas agrícolas. Também incluímos alguns objetos, para ambientar melhor o visitante”.

Marianne Lemmen já fez três exposições em Taubaté, sempre no Centro Cultural. As duas primeiras trataram de Cuba e da Holanda, sendo que esta última fez parte do calendário oficial do Ano da Holanda no Brasil, comemorado em 2011 com uma série de eventos, incluindo uma partida de futebol entre Brasil e Holanda, em Brasília).

O Egito atrai a atenção em todo o mundo pelos mistérios que envolvem aquela grande Civilização, onde surgiram conhecimentos até hoje estudados por especialistas. As fotos de Marianne mostram, por exemplo, pinturas em templos que resistem à inundações e tempestades de areia há quase cinco mil anos. 

As cenas ao longo do rio, com pescadores, mulheres lavando roupas e tapetes nas margens, e pessoas trabalhando nos campos, são um retrato fiel de como se desenvolve a vida humana naquela estreita faixa de terra que acompanha o rio mais longo do mundo. Marianne Lemmen esteve no país por duas vezes, em 2005 e 2008, produzindo milhares de fotos das quais foi feita esta seleção.

Pela primeira vez, as fotos estão à venda, por preços simbólicos, com toda a renda doada à Casa São Francisco de Idosos de Taubaté. Um livro na entrada da mostra contém miniaturas das fotos, onde o interessados pode encomendá-las registrando seu nome, e-mail ou telefone. 

No final da exposição, a organização entrará em contato com cada pessoa para definir a entrega e pagamento, que será feito diretamente à instituição beneficente, hoje presidida pelo coronel da reserva Lamarque Monteiro.

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Plebiscito constitucional egípcio será realizado em novembro


A Assembleia Constituinte egípcia anunciou nesta terça-feira (16) que o plebiscito sobre a nova Carta Magna será realizado na segunda semana de novembro, em uma nova etapa da transição política do país.


No começo de uma sessão da Assembleia Constituinte, o presidente do órgão, Hosam al Gariani, explicou que o plebiscito será realizado após a votação da minuta constitucional, que já foi finalizada. A assembleia realizará sessões de consulta nos próximos dias para estudar os artigos e elaborar o texto definitivo da minuta.

Uma fonte do Ministério da Justiça disse que o plebiscito foi marcado para esta data pois segundo o calendário de trabalho a Constituição deve estar aprovada antes de 1º de dezembro.

Em 10 de outubro foi apresentada a minuta da nova Carta Magna, que a Assembleia Constituinte demorou seis meses para redigir. O texto estipula que o Egito adotará um sistema semipresidencialista, similar ao francês, e estabelece a descentralização territorial do país.

Além disso, no início de outubro, as forças políticas representadas na assembleia concordaram em manter o artigo dois, que estabelece que "os princípios da lei islâmica são a fonte principal da legislação", tal como afirmava a Constituição anterior, de 1971.

A redação da Constituição é um assunto rodeado de polêmica no Egito, já que as forças liberais se retiraram da assembleia ao considerar que sua elaboração está monopolizada pelos islamitas, e o órgão chegou a ser dissolvido e constituído novamente.

Na sexta-feira passada, foi convocada uma manifestação na praça Tahrir para exigir, entre outras reivindicações, que a Carta Magna represente toda a sociedade egípcia.

A passeata terminou em graves distúrbios depois que a Irmandade Muçulmana organizou outro protesto, também na Tahrir, e ocorreram choques entre partidários e detratores do presidente egípcio, Mohammed Mursi.

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Egito Reabre Pirâmides

O Egito reabriu algumas de suas principais pirâmides que estavam em reforma, e espera voltar a atrair os milhares de turistas que visitavam o país antes do período de protestos e violência, conhecido como Primavera Árabe, que levou à queda do governo de quase 30 anos de Hosni Mubarak.

Desde o ano passado, houve uma forte queda no número de pessoas que visitam o país, por conta da violência e da instabilidade. Os números ainda são relativamente pequenos, mas as autoridades dizem que os turistas estão voltando aos poucos. 

As pirâmides de Chefren e Giza estão novamente abertas ao público, e o clima no país - pelo menos nas regiões turísticas - é de tranquilidade.

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Barba inédita de premiê causa polêmica no Egito


Hisham Qandil (AFP/Getty Images)

Hisham Qandil, um engenheiro de 50 anos de idade, é o premiê mais jovem da história do Egito
A nomeação de Hisham Qandil, um engenheiro de 50 anos de idade, causou muita discussão no país e marca uma nova fase na sociedade egípcia, que convive com uma visibilidade cada vez maior de símbolos associados ao islamismo na esfera de poder.


A barba, que já foi vista como um símbolo de piedade religiosa, agora representa uma atitude política e é um sinal de como as coisas estão mudando rapidamente no país.
Tradicionalmente, usar barba é uma prática de muçulmanos devotos que seguem à risca os preceitos do profeta Maomé. Mas no Egito, país que há muitos anos preza o secularismo, muitos clérigos islâmicos não usam barba.
Nos últimos 60 anos, aqueles que usavam barba no país, de maioria muçulmana (mas aliado do Ocidente, sobretudo dos Estados Unidos), eram vistos como indivíduos com tendências fundamentalistas.
Na maioria das vezes, eram mantidos sob constante vigilância pela polícia de segurança do ex-líder Hosni Mubarak (que esteve no poder por mais de 30 anos) e era muito raro ver um homem de barba ocupando um cargo de alto escalão em instituições estatais, incluindo a polícia e emissoras de rádio e TV públicas.
Anos depois, o Egito tem um presidente e um primeiro-ministro de barba.
Após semanas de expectativa, Mohammed Mursi, o novo chefe do Executivo recentemente eleito, apontou Hisham Qandil como premiê.
Qandil já havia chamado atenção na política egípcia em 2011, quando se tornou o primeiro político egípcio barbado a assumir um cargo de ministro.
Na época, a barba de Qandil foi interpretada como um sinal positivo, de que os islâmicos não estavam mais sendo alvo de "caça às bruxas" no país. Mas, no entanto, agora que Qandil foi escolhido para ser o novo premiê do país e após a ascensão do islamismo como nova força política no Oriente Médio, a barba já não é mais tão bem-vinda assim.
Nas redes sociais, muitos egípcios chegaram a comentar a indicação com sarcasmo, dizendo que Mursi teria deixado de lado opções como Mohamed ElBaradei e Ahmed Zewail, ambos detentores de um prêmio Nobel, em função da barba de Qandil.
"Só no Egito vale mais ter uma barba do que um prêmio Nobel", disse no Twitter o egípcio Hamdy Ibrahim.
Gamal Fahmy, jornalista e ativista político, considera os debates nas redes sociais "reveladores".
"A Irmandade Muçulmana conseguiu convencer os americanos e o Ocidente, mas fracassaram em convencer os egípcios. Os egípcios estão com medo de uma islamização da sua nação", disse em entrevista à BBC.



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Egito tem 1º canal de TV com mulheres totalmente cobertas



BBC
Só aparece na tela as que usam o véu completo

O Egito ganhou seu primeiro canal de TV no qual todas as mulheres que aparecem se vestem com o véu muçulmano completo, ou niqab.
O canal chamado Maria leva o nome de uma das mulheres do profeta Maomé.
Uma das diretoras da emissora diz que mulheres que usam o niqab são discriminadas na imprensa, mas que no canal podem encontrar emprego e falar de seus problemas e realidades.
O canal é um sinal da maior liberdade religiosa que os egípcios experimentam desde a queda de Hosni Mubarak.

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Presidente egípcio assumirá com poderes esvaziados e país dividido


Simpatizantes da Irmandade Muçulmana celebram vitória de Mursi na praça Tahir

Aliados de Mohammed Mursi celebram vitória (Foto AFP)

Os militares que organizaram e mantiveram firme controle sobre o processo de votação no Egito reconheceram a vitória do candidato islâmico Mohammed Mursi, nas eleições presidenciais, apesar dos receios de fraude e instabilidade no cenário pós-eleitoral. Mas os desafios para a nova democracia egípcia estão longe de ter terminado.

Para começar, o novo presidente, do Partido Liberdade e Justiça – braço político da Irmandade Muçulmana –, governará com poderes esvaziados. 

Horas antes do fechamento das urnas no segundo turno, no dia 17, a Junta Militar que governa o país desde a queda do regime de Hosni Mubarak emitiu uma emenda constitucional segundo a qual o novo presidente não terá poderes sobre o Exército, a política externa e de defesa.

O Parlamento também foi dissolvido no último dia 14 pelo Tribunal Constitucional egípcio e novas eleições gerais para o Legislativo não podem ser realizadas até a aprovação de uma nova Constituição, segundo disposições dos militares.

Na realidade, ainda não está claro até onde irão os poderes do novo presidente, que está iniciando as articulações políticas para formar seu gabinete e escolher um primeiro-ministro.

Analistas esperam que a Junta Militar assuma a autoridade legislativa e mantenha o controle sobre o orçamento estatal e o processo de redação da nova Carta.

Por isso, apesar da vitória de Mursi, integrantes da Irmandade Muçulmana asseguram que continuarão a protestar na praça Tahir.

Mursi também fez sua primeira afronta à cúpula militar do país ao anunciar que só prestará juramento para assumir o cargo diante do Parlamento.

Polarização

Um segundo desafio do novo governo está relacionado ao fato de o Egito ser hoje um país polarizado.
Mursi obteve 51,7% dos votos no segundo turno da eleição, mas seu rival, o general reformado da Forças Aérea Ahmed Shafiq, último primeiro-ministro no regime de Mubarak, ficou com 48,3%.

Para atrair votos, o candidato do Partido Liberdade e Justiça adotou um discurso em favor da união nacional. Mas muitos egípcios ainda temem que ele transforme o país numa República Islâmica.
Não será fácil convencê-los de que o novo presidente não representa apenas os interesses da Irmandade Muçulmana, por muitos anos um grupo ilegal no Egito.

A escolha do primeiro-ministro será crucial para os esforços de conciliação. Mursi já prometeu apontar alguém de fora do grupo islâmico para o posto e pode escolher moderados também para a vice-presidência e ministérios.

Ele também renunciou formalmente à Irmandade Muçulmana no domingo, ainda que na prática o grupo deva permanecer influente em seu governo.

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Conselho Antes de Casar com um Muçulmano





Informação antes dos Conselhos


Um muçulmano pode casar com cristãs, judias e muçulmanas. Mas não é uma cristã ou judia qualquer (e também não uma muçulmana qualquer). No caso de excepção, para ele se casar com uma cristã ou judia, a sua futura esposa tem que ser praticante da sua própria religião, não deve ter dúvidas sobre se Deus existe ou não, não deve usar roupas que revelam muito do seu corpo (ou seja, têm que respeitar a Tora ou o Evangelho no que toca a roupa), não deve cometer actos imorais que vão contra as Escrituras da religião dela, etc.

Isto é porque no Alcorão consta:


"E [permitidas para casar são] mulheres castas dentre os crentes e mulheres castas dentre aqueles a quem foi revelada a Escritura antes de vós quando lhes oferecerem a sua devida compensação [i.e. dote], desejando castidade, não relações sexuais ilícitas ou tendo amantes [secretos]. E quem negar a fé - o seu trabalho tornar-se-á sem valor, e ele, na Próxima Vida, estará entre os perdedores." (5:5)



Muitas pessoas distorcem os versos sobre casamento no Alcorão alegando que os homens só podem casar com virgens e que o Alcorão encoraja isso. Não é verdade. O Alcorão encoraja sim os homens a casar com "mulheres castas", ou seja, que não tenham relações fora do casamento ou que sejam promíscuas. Estas podem ser virgens, divorciadas ou viúvas. E este requerimento é tanto para muçulmanas como para cristãs e judias. E não é só para o caso das mulheres. As muçulmanas também devem só casar com homens castos muçulmanos (Leia aqui sobre as muçulmanas só poderem casar com muçulmanos) como é apresentado no verso seguinte:



"O fornicador não casa excepto com uma fornicadora ou politeísta, e ninguém casa com ela senão um fornicador* ou politeísta, e isso [i.e. casamento com este tipo de pessoas] foi feito ilícito para os crentes." (24:3)



*Nota: Incluído nesta regra está também o adúltero. Este tipo de pessoas não podem ser casadas com crentes a não ser que se arrependam e se reformem.


Ou seja, o que eu quero concluir com esta informação é que os casamentos feitos entre muçulmanos e cristãs ou judias ultimamente tem levado um rumo contra os ensinamentos do próprio Islam. Porque o muçulmano em geral, nesta fase de ignorância na religião, até entre a comunidade muçulmana, não quer saber do carácter da sua futura esposa não-muçulmana e depois arrepende-se; e a esposa não-muçulmana arrepende-se também porque devia ter pesquisado sobre a religião do seu marido antes de casar e devia ter-se inteirado das regras e condições de um casamento com um muçulmano e também dos direitos que tem sobre o seu marido (e isto também se aplica em alguns casos de convertidas que se casam antes de ter o conhecimento total sobre casamento no Islam).

Os Conselhos

Antes de casar com um muçulmano, a mulher muçulmana (se não tiver mahram para tratar do casamento por ela), cristã ou judia deve:

  • Primeiro de tudo, saber das intenções do pretendente e saber se ele se quer casar de facto ou quer só "brincar". Infelizmente, e não só na comunidade muçulmana, existem homens que não gostam de compromissos e podem enganar muitas mulheres. Por isso, a mulher tem que ser séria neste ponto e ver se ele fala a verdade ou é só "promessas bonitas" que depois acabam num espaço de um mês. Trate do caso com profissionalismo e deixe as emoções de lado por um tempo.
  • Pesquisar sobre a religião do pretendente e inteirar-se daquilo que ele acredita. NÃO se deve iludir com a atitude "relaxada" que ele apresenta para com a sua religião. Em muitos casos, o muçulmano muda muito depois de se casar e começa a pensar mais na sua religião por causa das responsabilidades que ganha depois do casamento. Esta mudança pode torná-lo mais consciente da sua identidade ou não, mas vale mais estar preparada do que tentar remediar depois.
  • Saber que no Islam, a religião dos futuros filhos tem que ser o Islam e que ela não tem escolha nisto. Algo muito importante que é muitas vezes esquecido e depois vemos histórias aterradoras de mulheres que ficaram sem os filhos e os homens também, etc. Para ser sincera, é dos dois lados. Sei também de muitas histórias de mulheres não-muçulmanas que casaram com muçulmanos de outros países e que elas fugiram com os filhos e os pais nunca mais tiveram contacto com eles porque os filhos nasceram no país das mães. Nada do jogo das coitadinhas que fazem entrevistas para fazer as pessoas ver a sua infelicidade no casamento com um muçulmano porque quem tem culpa são os próprios casais que são ignorantes da religião uns dos outros, incluindo muçulmanos que não entendem a responsabilidade de casar com alguém que não é muçulmana. E também a atitude ignorante de pensar que todos os casamentos inter-culturais/ inter-raciais são canja de galinha - requerem bastante trabalho e entendimento, não é algo fácil.
  • Sobre o assunto de ficar com os filhos ou não depois de um divórcio, no Islam o direito é dado aos pais que são muçulmanos (homem ou mulher). Ou seja, se o pai for muçulmano e depois se tornar não muçulmano, a mulher tem o direito à custódia dos filhos até porque é automaticamente divorciada dele porque uma muçulmana não pode estar casada com um não-muçulmano. E se o caso for um pai muçulmano, então ele tem direito à custódia dos filhos se se divorciar de uma mulher não-muçulmana, excepto em certos casos (e estes casos têm que ser SEMPRE dirigidos a um sábio islâmico, não interessa a situação - regra de ouro: saibam sempre dos vossos direitos no Islam).

A mulher deve então, depois de saber e pesquisar aquilo que mencionei em cima, chegar a um acordo com o pretendente nos seguintes pontos:

  • Quando quer ter filhos (passado um ano, dois, três, etc... ou até logo depois de casar). Isto é importante porque em algumas culturas "casamento = filhos". E na sociedade ocidental isso é pouco provável acontecer logo depois do casamento. Por isso, cheguem a um acordo, e a mulher deve fazer questão de adicionar essa condição no seu contracto de casamento islâmico para proteger essa promessa (IMPORTANTÍSSIMO!).
  • Saber que tem direito a um mahr (dote)* e estipular um preço razoável.

*Nota: Ao contrário do que aparece nas revistas, telenovelas, notícias armadas, etc, o dote não é equivalente ao que uma mulher "vale", é apenas algo dado como presente e como garantia de sustento para ela mesma depois de se casar. Este dote NÃO é para ser usado pelo marido mesmo que seja para coisas da casa ou para pagar a celebração do casamento. O dote é para a mulher só e ela gasta como lhe bem entender. Se ela quiser pagar seja o que for para a casa ou casamento, então que o faça, mas ninguém pode usar o dinheiro dela sem a sua permissão e isto aplica-se também se ela trabalhar.

  • Outro termo importante é se o pretendente concorda que ela trabalhe ou não. Se quiser trabalhar e ele concordar com a sua decisão, faça favor de pôr isso no contracto também.
  • Chegar a um acordo sobre onde viver (cidade diferente, outro país, etc).
  •  Saber que não tem que viver com a família dele! Algo muito apresentado nos mídia e que por vezes acontece muito nos países maioritariamente muçulmanos. Mas os mídia só não apresentam a regra islâmica sobre este assunto... A mulher tem o direito de ter a sua própria casa, não é obrigada a servir os seus sogros (mas é bom fazê-lo em termos de respeito como ajudar na cozinha quando é visita, etc), não é obrigada a seguir ordens dos seus sogros, nem coisas do género. A mulher só tem obrigações para com o seu marido. Por isso, estipule no contracto se quer uma casa para si ou não (e aconselho a que estipule que sim. Sogra é sogra, não interessa de que religião, côr ou cultura for).
  • Estar consciente que em algumas culturas, especialmente culturas africanas, a família é muito unida e por vezes isso se pode tornar como uma "invasão de espaço" para quem não está habituado. Estipule o número de visitas por semana, discuta sobre isso com o pretendente e saiba se é costume na família passar noites em casa uns dos outros, etc.
  • De resto, tem que estipular quaisquer condições no contracto que veja que são importantes no seu casamento, desde que estas condições não entrem em conflito com os ensinamentos islâmicos, saiba se as condições são permitidas com o sheikh que fizer o vosso contracto e, para ficar do lado seguro, pesquise também na Internet e pergunte a sheikhs online. (Recomendo o website www.islamqa.com. Todos os websites de veredictos islâmicos são pelo menos em inglês para a maior parte das pessoas entenderem. Este website tem opção de várias línguas se as entender melhor. Ainda não tem em português.)
Mais conselhos e dicas podem ser encontrados no website A mulher no Islam - Primeiros dois anos do Casamento (dicas)

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Je Peniot - Oração do Pai Nosso em Copta



Khen efran em efiout nem epshiri nem piepnevma ethowab ounouti en-owoat. amin
(Em nome do Pai, e do Filho, e do Espirito santo.......amem)

Je Peniot etkhen nifioui.
mareftouvo enje pekran.
maresee enje tekmetouro.
petehnak marefshopi.

em efriti khen etfe nem hijen pikahi.
penoik ente rasti miif nan emfoou

ouoh kha nieteron nan evol.
em efriti hon entenk o evol enniete ouon entan eroou

ouoh emperenten ekhoun epirasmos.
alla nahmen evol ha pipethoou

Khen Pekhristos Isos Penchoise
Je thok te tekmetouro nem tighom

nem pi ou sha eneh.

Amin

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SHAM EL NESSIM

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A Crença dos Cristãos Coptas

† Crença no Deus Único e na Santíssima Trindade.
† Crença no Senhor Jesus Cristo como perfeito em Sua Divindade e perfeito em sua Humanidade.
† Crença nos 7 sacramentos da Igreja: Batismo, Confirmação, Confissão, Eucaristia, Sacerdócio, Matrimônio e Benção dos Óleos para os Enfermos.
† Crença na inerência da Bíblia Sagrada (Velho e Novo Testamento) (2Tm 3:16 e Mt 24:35)
†Crença no Credo de Nicéia e aceitação dos Concílios Ecumênicos de Nicéia (325 A.D.), de Constantinopla (381 A.D.) e de Éfeso (431 A.D.).
†Crença nos efeitos do Batismo, denominados:
† Regeneração
† Perdão dos Pecados
† Aproximação com Cristo;
† Salvação;
† No batismo morre-se em Cristo e por Ele se é ressuscitado. Por isso, o batismo por imersão. Cre-se no Batismo Primitivo;
†Crença que na Eucaristia se recebe os Sagrados Corpo e Sangue de Senhor Jesus Cristo (Mt 26:26).
†Crença no recebimento do Espírito Santo através da Santa Crisma (2Jo 20,27) quando somos ungidos com o Santo Óleo no Sacramento da Confirmação.
†Crença na intercessão da Santa Virgem Maria, dos Anjos e dos Santos.
†Crença que o divórcio pode ser permitido em caso de adultério (Mt 5:32) e por apostasia (1Cor 7:15).
†Crença na monogamia, rejeitando a poligamia.
†Crença na vida eterna.
†Crença que a fé sem as obras é morta (Tg 2:18,20).
†Crença que A Tradição é a fonte de ensinamentos.
†Crença na Segunda Vinda de Senhor Jesus Cristo.


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Sequestro de duas brasileiras por beduínos no Egito

O Itamaraty confirmou o sequestro de duas brasileiras ocorrido no Egito há pouco mais de uma semana.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, as autoridades egípcias estão negociando a libertação das brasileiras, com o acompanhamento da Embaixada do Brasil no Cairo, capital do país.

De acordo com o Itamaraty, um ônibus com vários brasileiros a bordo foi atacado por beduínos e as duas mulheres foram levadas.

O veículo foi abordado na Península do Sinai, no Egito, segundo autoridades locais.

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Receita de Pão Egípcio



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Funeral de Shanouda III


Fiéis iniciaram uma confusão nesta segunda-feira (19) na Catedral de São Marcos, no Cairo, durante o velório de Shenouda III, chefe da Igreja Copta Ortodoxa que faleceu após quatro décadas na liderança da maior comunidade cristã do Oriente Médio.

Ansiosa por entrar no templo para dar o adeus ao líder religioso, a multidão forçou a entrada contra os militares que tentavam organizar a fila.


Morto no sábado, aos 88 anos, vítima de um ataque cardíaco, após vários problemas de saúde, Shenouda III deixa os fiéis preocupados com a violência de que são alvo, em meio ao crescimento do islamismo, mais de um ano após a queda do presidente Hosni Mubarak.

O corpo do patriarca, vestido com roupas sacerdotais ricamente adornadas e uma tiara na cabeça, foi colocado sentado num trono de madeira esculpido na Catedral do Cairo, sede da Igreja Copta.

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Morre o Papa Shenouda III

A agência de notícias estatal do Egito informou que o Papa Shenouda III, chefe da Igreja Ortodoxa Copta, a maior minoria cristã no Oriente Médio, faleceu neste sábado, aos 88 anos.

O sacerdote batalhava há anos contra problemas de fígado e pulmão, e havia retornado recentemente ao Egito após procurar tratamento no exterior.

Nascido Nazeer Gayed, em 3 de agosto de 1923, em Asyut, no Egito, Shenouda III se tornou monge em 1954, quando adotou seu atual nome. 

Conhecido em árabe como "Baba Shenouda", ele se tornou Papa da Alexandria em 1971, após a morte do Papa Cyril, e presidiu por mais de três décadas a Igreja Ortodoxa Copta do Egito, uma das mais antigas do mundo.

Em 1981, o Papa se desentendeu com o então presidente do Egito Anwar Sadat, que o enviou para um exílio interno. Ele foi autorizado a voltar ao Cairo pelo presidente Hosni Mubarak, quatro anos depois.

Para os mais de 10 milhões de egípcios cristãos coptas, ele era visto como um grande guardião de sua minoria, em meio a uma população de maioria muçulmana. 

Seu sucessor terá como desafio tranquilizar a comunidade cristã copta, à medida que a Irmandade Muçulmana está, pela primeira vez na história, à beira de uma divisão de poder no Egito.

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Música Egípcia tocada em Lira


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Tragédia em estádio egípcio deixa ao menos 74 mortos

Pelo menos 74 pessoas morreram e outras centenas ficaram feridas em conflito entre as torcidas de Al Masry e Al Ahly, ocorrido ao fim de partida válida pelo Campeonato Egípcio em Port Said.

Com o apito final, os torcedores do time da casa invadiram o campo e atacaram jogadores e torcedores do Al Ahly, resultando no sufocamento e no pisoteamento de centenas de pessoas. Além disso, a batalha se expandiu para o lado de fora do estádio.

O Al Masry venceu por 3 a 1 de virada, naquela que foi a primeira derrota do Al Ahly na Premier League Egípcia. Na comemoração pelo resultado, a torcida local pulou o alambrado e entrou em campo, correndo em direção a torcedores e jogadores do time visitante para atacá-los. 

A maioria das pessoas que morreram foram pisoteadas ou tiveram ferimentos na cabeça, mas há relatos de pessoas esfaqueadas.

Os jogadores do Al Ahly ficaram presos no vestiário, junto com os torcedores do time, e a polícia de choque teve que ser chamada para impedir os torcedores do Al Masry de invadirem o local. 

“As forças de segurança nos deixaram, não nos protegeram. Um dos nossos torcedores morreu no vestiário, na minha frente”, afirmou o veterano meio-campista Mohamed Aboutrika, do Al Ahly. 

"Isso não é futebol. Isso é uma guerra e as pessoas estão morrendo na nossa frente. Não há movimento e não há segurança, não há ambulâncias", disse Abutrika ao canal de TV do Al Ahly. "Essa é uma situação horrível e hoje nunca pode ser esquecido". Ele afirmou que o jogo de hoje será o último de sua carreira. O meia tem 33 anos.

A crítica do meio-campista Mohamed Barakat foi ainda mais grave. Para ele, os jogadores também têm culpa por continuarem jogando nessas condições. “As pessoas morreram, estamos vendo os cadáveres agora. Não há segurança pessoal para nos proteger. Foi um erro nosso porque disputamos essas partidas. As autoridades têm medo de cancelar a liga porque elas só pensam no dinheiro, e não na vida das pessoas”, disse o meia.

Segundo o repórter Rawya Rageh, da Al Jazeera, reportou de Cairo que diversos jogos de futebol tiveram problemas de violência após a primavera árabe, devido à ausência de policiais nos locais das partidas. 

"Na brecha de segurança que dura desde a revolução, a força policial praticamente desapareceu das ruas depois do seu notório desempenho durante os confrontos [da primavera árabe]", disse o jornalista na rede de TV da região.

Por conta da ocorrência em Port Said, a partida entre Zamalek e Ismaily foi adiada ao fim do primeiro tempo, no Cairo. A partida estava empatada em 2 a 2.

Atualização às 19h31

O Exército egípcio mandou dois helicópteros para o estádio de Port Said e ajudaram na evacuação da delegação e de torcedores do Al Ahly. Os jogadores e o técnico, o português Manuel José, foram levados a um quartel e já estariam em segurança.

No entanto, as consequências do caso ainda não terminaram. Segundo a imprensa egípcia, Ittihad e Smouha, dois clubes de Alexandria, anunciaram que não disputarão o resto do campeonato. Jornalistas locais pressionam a federação a suspender o campeonato até a situação no país se normalizar.

Atualização às 20h06

Relatos de quem esteve no estádio dão conta que os vestiários se transformaram em enfermarias improvisadas, como em um campo de batalha. No Cairo, houve focos de incêndio no estádio após a interrupção de Zamalek x Ismaily. As autoridades ainda não sabem se foi um acidente ou um evento provocado pelos torcedores. A federação egípcia anunciou que a liga local está suspensa por tempo indeterminado.

A Irmandade Islâmica, um dos grupos políticos ligados às manifestações da Primavera Árabe de 2011, acusou a polícia pelo "vácuo de segurança". O Congresso convocou uma seção de emergência para esta quinta, onde será discutida a tragédia de Port Said.



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Egito Celebra Ano Novo com Homenagem a Mártires da Revolução

Os ativistas egípcios convocaram neste sábado uma concentração na emblemática praça Tahrir do Cairo para receber o Ano Novo com uma homenagem aos mártires da revolução e rezar por um Egito livre em 2012. 

A celebração, contou com a participação de clérigos cristãos e muçulmanos e a apresentação de alguns cantores.

Os presentes desfraldaram bandeiras do Egito, fotografias dos mártires e velas, com o objetivo de homenagear as vítimas dos protestos que acabaram com o regime de Hosni Mubarak no último dia 11 de fevereiro. 

A famosa ativista egípcia Gamila Ismail convocou, por meio de mensagens de textos de celulares, as pessoas a "receberem o Ano Novo juntos em Tahrir para rezar pelos mártires e por um Egito alegre e livre em 2012".

Por sua parte, os jovens do Movimento 6 de Abril informaram em comunicado que primeiro realizariam uma manifestação na frente do escritório do procurador-geral para solidarizar-se com as organizações não-governamentais estrangeiras e locais que foram inspecionadas há dois dias por funcionários da Procuradoria com o apoio do Exército e das forças de segurança.

Após essa manifestação, os participantes se dirigirão rumo a Tahrir para unir-se à homenagem às vítimas da revolução, que será embalada por hinos patrióticos e religiosos. 

O ano de 2012 se apresenta cheio de desafios para o Egito, imerso em um processo eleitoral que por enquanto está consagrando partidos islamitas, enquanto ainda é comandando por uma Junta Militar.

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