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Conflitos na região do Sinai, no Egito, deixam 6 mortos e 21 feridos

Seis pessoas morreram durante conflitos entre um grupo armado e forças de segurança no norte da região do Sinai, no Egito, segundo informações de fontes e da agência de notícias estatal Mena.

Cerca de 100 homens armados circularam pela cidade de el-Arish na sexta-feira em carros e motos, empunhando bandeiras com mensagens islâmicas e atirando para o alto, disseram fontes da polícia do Sinai neste sábado (30).

Eles atacaram um departamento de polícia e começaram um tiroteio contra policiais e soldados, de acordo com as fontes. Um oficial do Exército e três civis que passavam pelo local foram mortos a tiros. Um policial e um suspeito palestino morreram mais tarde por conta de ferimentos no confronto.

Testemunhas disseram que os atiradores - muitos deles usando máscaras - não pareciam ser da região, pois se perderam muitas vezes antes de chegar ao departamento de polícia.

Não se sabe a identidade do grupo armado, mas o chefe de segurança do norte do Sinai disse à Mena que egípcios e palestinos estavam entre os 12 suspeitos presos e sob investigação.

A Faixa de Gaza, controlada pelo grupo islâmico palestino Hamas, faz fronteira com o Sinai pelo norte.
Um comunicado do Ministério de Saúde identificou os três civis mortos: um homem de 18 anos de idade, um menino de 13 e um homem de 70.

Quatro oficiais do Exército, nove guardas de segurança, dois policiais e seis civis ficaram feridos no ataque, segundo a agência Mena e a fonte.

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EUA devolvem peças arqueológicas da tumba de Tutancâmon ao Egito



O secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades Egípcias (CSA), Mohammed Abdel Maqsud, informou neste sábado (3) que o Metropolitan Museum of Art de Nova York, nos Estados Unidos, devolveu ao Egito 19 peças arqueológicas pertencentes à tumba do faraó Tutancâmon (1336-1327 a. C.).

A decisão em devolver os objetos ocorreu após logo período de negociações entre os responsáveis egípcios e norte-americanos. Atef Abul Dahab, subdiretor do Departamento de Arqueologia Egípcia, deve desembarcar no Cairo com as antiguidades nesta terça-feira (2). As peças serão exibidas no Museu Egípcio do Cairo.

Os 19 objetos, todos de pequeno tamanho, foram encontrados na tumba de Tutancâmon, descoberta pelo arqueólogo britânico Howard Carter em 1922 na ribeira oeste do rio Nilo, na localidade monumental de Luxor. Nessa época, o governo do Egito permitia que os arqueólogos que trabalhavam com recursos próprios ficassem com uma parte de suas descobertas.

Abdel Maqsud destacou o gesto do museu nova-iorquino, especialmente após a instituição ter se transformado em uma grande aliada do CSA para recuperar peças arqueológicas levadas ilegalmente do Egito. Nesse sentido, o responsável egípcio lembrou que no passado o Metropolitan proporcionou ao Egito informações que ajudaram a recuperar um pedaço de rocha que fazia parte do templo faraônico de Karnak, também situado em Luxor.

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Apiterapia: tratamento com picadas de abelha

Há mais de uma década, o médico egipício Haj Sayed Assaeh trata pacientes com um remédio diferente: picadas de abelha.

Os pacientes procuram sua clínica no Cairo para cuidar de problemas como reumatismo e doenças de pele.

Segundo o médico, o tratamento com veneno de abelha é usado desde a época dos faraós.

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Mel de 3.300 Anos

O arqueólogo T.M. Davies descobriu uma jarra de 3.300 anos de mel em uma tumba egípcia que, para sua surpresa, estava em ótimas condições. 

Durante séculos, o mel foi o adoçante principal em todo o mundo. Relevos egípcios em túmulos do século III a.C. mostram trabalhadores recolhendo mel de colmeias. 


Manuscritos chineses do mesmo período contêm poemas e canções de louvor ao mel e seus muitos usos. Hoje, o mel continua sendo um ingrediente importante na culinária de quase todas as culturas.

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Encontradas no Egito pinturas da 'Dinastia Zero'

Uma expedição de arqueólogos italianos e norte-americanos encontrou no sul do Egito uma pintura em pedra com data de 5.200 anos atrás representando um festival da mais antiga dinastia conhecida, informou a Autoridade de Antiguidades do país.

As cenas mostradas na pintura fazem parte de uma série de desenhos em pedra mostrando atividades como caças, combates e celebrações às margens do Rio Nilo, informou Zahi Hawaas, diretor da Autoridade de Antiguidades do Egito. A descoberta ocorreu em Assuã, numa área repleta de tesouros arqueológicos no sul do país.

Por meio de nota, Hawass observou que as cenas representam a primeira descoberta de uma caracterização completa de um festival real da chamada Dinastia Zero, durante a qual estudiosos acreditam que se formou a base da cultura do Antigo Egito.

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Dança do Ventre ameaçada no Egito

A dança do ventre atrai estrangeiras de várias partes do mundo para o Egito, em busca de aulas genuínas e da cultura da dança.

No entanto, segundo especialistas, ela poderia estar morrendo entre as egípcias.

Se a moda da sensual dança pegou entre europeias, americanas, e até chinesas, no Egito, o crescimento da religião e do conservadorismo faz com que dançar em público seja considerado, muitas vezes, um ato desrespeitoso, principalmente se a dança incluir trajes sumários.

"As estrangeiras vêm para o Cairo em busca de professoras famosas. Elas querem vir para a cultura da dança", explica uma professora. Uma vendedora de trajes típicos explica que, hoje, a maioria de suas clientes é de estrangeiras.

Segundo a correspondente da BBC Yolande Knell, no Egito, a dança - que é praticada desde os tempos dos faraós - continua sendo um grande negócio no país, com aulas e trajes.

Mas de acordo com especialistas, ela hoje é praticamente mantida viva pelas estrangeiras.


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