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Egito prende diplomata iraniano no Cairo por espionagem; Irã nega

A agência oficial egípcia Menam anunciou neste domingo (29) que foi preso um diplomata iraniano foi detido no Cairo por espionagem e está sendo interrogado pela promotoria de segurança do Estado, embora as autoridades iranianas tenham negado a informação.

"A promotoria de segurança do Estado começou hoje sua investigação sobre o diplomata iraniano Qasen Al Hoseini, que trabalha na sessão de interesses no Cairo", indicou a Mena.

A sessão de interesses iranianos no Cairo desmentiu as acusações da justiça egípcia. "Neste momento, [Al Hoseini] encontra-se na embaixada. Nada aconteceu, ele não foi detido", declarou um porta-voz desta instituição iraniana, que não quis se identificar. A agência France Presse pediu para falar com o envolvido, mas não foi possível.

Outra fonte declarou à rede de televisão iraniana em árabe Al Alam que o diplomata "está atualmente em seu posto, e está trabalhando normalmente".

Al Hoseini é acusado de "espionagem a favor de um Estado estrangeiro com o objetivo de prejudicar os interesses do Egito", acrescentou a Mena.

Irã e Egito não contavam com seções de interesses em suas respectivas capitais desde que Teerã rompeu relações com o Cairo, em 1980, depois da revolução islâmica, em protesto pelo acordo de paz assinado em 1979 com Israel.

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Tumba de general que se tornou faraó é aberta para visitação

A tumba de Horemheb, um general que comandou exércitos de Tutancâmon antes de se tornar ele mesmo um faraó, foi aberta para visitação pública nesta segunda-feira.


As paredes das câmaras trazem a história de Horemheb, de origem humilde, que posteriormente ocupou o cargo máximo político do Egito.

A ele credita-se o retorno de tempos estáveis depois do reinado tumultuado de Akenatón (1361 a.C. a 1352 a.C)

O local onde está a tumba, conhecido como Império Novo, a 30 quilômetros de Cairo (Egito), integra um complexo funerário.

Nele, encontram-se outras seis sepulturas com os restos do tesoureiro de Tutancâmon, Maya; dos nobres Merineiz e Phahemia; da família Raia (pai e filho) e do militar Tia, que foi subordinado a Ramsés 2 (1304 a.C. a 1237 a.C.).

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Encontrada porta de vida após a morte em tumba egípcia

Uma imponente porta de granito vermelho, procedente da tumba de um poderoso conselheiro faraônico que data de 3.500 anos atrás, foi descoberta em Luxor, anunciou nesta segunda-feira o ministro egípcio da Cultura, Faruk Hosni.

Essa entrada falsa, considerada pelos antigos egípcios como o ponto de passagem ao além, foi desenterrada perto do templo de Karnak, afirmou o ministério em um comunicado.

O objeto pertencia à tumba de User, um influente conselheiro ou vizir (termo que significa "ajudante") da rainha Hachepsut, que governou o Egito entre 1479 e 1458 antes de Cristo, o reinado mais longo de uma mulher faraó.

Sobre a porta, de 1,75 metro de altura e 50 centímetros de espessura, estão gravados textos religiosos, assim como os diferentes títulos de User - prefeito, vizir e príncipe -, afirmou o chefe do serviço de antiguidades egípcias, Zahi Hawass.

"Esta porta foi reutilizada pelos romanos. Foi retirada da tumba do vizir e utilizada em uma estrutura que data da época romana", completou o responsável pela escavação, Mansur Boraik.


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Egito media discussões entre Fatah e Hamas






CAIRO, 17 Mai 2011 (AFP) -Os movimentos rivais palestinos Fatah e Hamas concordaram sobre os "mecanismos" de aplicação do acordo de reconciliação, uma etapa descrita como "positiva" pelas autoridades egípcias que desempenham papel de mediação.
"Fatah e Hamas mantiveram na segunda e nesta terça-feira intensas discussões mediadas pelo Egito para estabelecer os mecanismos de aplicação de seu acordo de reconciliação", estabelecido no início de maio no Cairo, indica um comunicado da agência oficial egípcia Mena.
"As discussões foram realizadas em uma atmosfera positiva e ambas as partes mostraram colaboração e entendimento ao refletirem a vontade de pôr rapidamente um fim na divisão", diz o comunicado.
Fatah e Hamas classificaram na segunda-feira como "positivas" as discussões no Cairo sobre a formação de um governo único, composto por personalidades independentes.
"As discussões foram muito positivas (...) estamos avançando", declarou à imprensa depois do encontro Azam al-Ahmad, que lidera a delegação do partido Fatah do presidente Mahmud Abbas.
Perguntado sobre a nomeação de um novo primeiro-ministro, Ahmad respondeu que era "prematuro" mencionar nomes.
Izat al-Rishiq, do Hamas, disse aos jornalistas que "as discussões foram feitas com o mesmo espírito positivo de quando conseguiram a reconciliação".
Segundo ele, ambas as partes concordaram em não revelar detalhes da reunião, limitando-se a declarar que o anúncio da formação do governo vai ocorrer "em breve".
O Fatah, no poder na Cisjordânia, e o Hamas, que controla a faixa de Gaza desde junho de 2007, anunciaram no início de maio no Cairo um acordo para a formação de um governo composto de personalidades independentes até as eleições que serão realizadas em um ano, pondo fim aos quatro anos de divisões entre a Cisjordânia e Gaza.
O Egito realiza a mediação das negociações entre os movimentos palestinos.

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Al-Qaeda tem egípcio como líder interino


WASHINGTON, 17 Mai 2011 (AFP) -A rede terrorista Al-Qaeda designou um ex-oficial das Forças Especiais do Egito, Saif Al Adel, para liderar interinamente o grupo, em razão da morte de Osama bin Laden, informou nesta terça-feira a CNN.
Saif Al Adel, um alto dirigente de estratégia e assuntos militares da rede extremista, foi designado chefe "provisório" da Al-Qaeda, assinalou a CNN, citando o ex-militante líbio Noman Benotman, que abandonou o grupo.
O jornal paquistanês The News confirmou a versão, em um artigo baseado em fontes anônimas entrevistadas em Rawalpindi, cidade sede do quartel central das Forças Armadas do Paquistão.
A decisão de escolher Adel, também conhecido por Muhamad Ibrahim Makkawi, ocorre em meio à crescente incerteza sobre o sucessor de Bin Laden, morto em uma operação de comandos dos Estados Unidos no Paquistão, em 2 de maio passado, disse Benotman à CNN.
O segundo na hierarquia da Al-Qaeda, o egípcio Ayman al Zawahiri é apontado como o provável sucessor de Bin Laden.
Benotman disse que a escolha de Adel de forma temporária pode ser uma maneira de medir a reação a um líder de fora da região sagrada muçulmana da Península Arábica na chefia da organização.

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Exame em múmia egípcia de 3,5 mil anos revela doença cardíaca

Um grupo de pesquisadores dos Estados Unidos e do Egito anunciou que uma princesa do tempo dos faraós, que viveu há 3,5 mil anos, se tornou a mais antiga pessoa já diagnosticada com uma doença no coração.

Os cientistas, das Universidades da Califórnia e de Al-Azhar, do Cairo, realizaram no Egito exames de tomografia computadorizada em 52 múmias para descobrir mais sobre a saúde delas antes de morrer.

Uma das conclusões foi que, se a princesa Ahmose-Meryet-Amon estivesse viva, precisaria passar por uma cirurgia no coração. Os estudiosos encontraram indícios de aterosclerose (acúmulo de placas com gordura nas paredes internas) em artérias coronárias da múmia.

No total, em quase metade das múmias, os cientistas encontraram sinais da doença.

Segundo os pesquisadores, a descoberta de uma múmia tão antiga como a de Ahmose-Meryet-Amon com o problema indica que os males do coração, tão comuns na atualidade, antecedem em muitos séculos o estilo de vida moderno, a quem especialistas associam a proliferação da aterosclerose.

Os cientistas examinaram os vasos sanguíneos de 52 múmias

A princesa Ahmose-Meryet-Amon era de uma família nobre do Egito antigo. Ela viveu em Tebas, onde atualmente é a cidade de Luxor (sul do Egito), a partir de 1580 a.C. e morreu quando tinha cerca de 40 anos.

"Não havia eletricidade ou gás naquela época, então, presumimos que ela teve um estilo de vida mais ativo", disse Gregory Thomas, da Universidade da Califórnia.

"A dieta dela era significativamente mais saudável do que a nossa. Ela teria se alimentado de frutas e vegetais e os peixes eram abundantes no Nilo naquela época."

"A comida seria orgânica, e não havia gordura trans ou cigarro disponíveis naquela época", acrescentou.

"Mesmo assim, ela tinha estes bloqueios (nas artérias). 
Isto sugere que existe um fator de risco para doenças cardíacas que não foi detectado, algo que causa (estas doenças), mas ainda não sabemos o bastante a respeito", afirmou Thomas.

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Protesto em embaixada de Israel no Cairo deixa 350 feridos

CAIRO (Reuters) - Mais de 350 pessoas ficaram feridas em um protesto, em frente à embaixada de Israel no Cairo, para lembrar a expulsão de palestinos após a criação do Estado judeu em 1948, disse a agência de notícias estatal egípcia nesta segunda-feira.

Centenas de manifestantes se reuniram diante da representação na capital do Egito no final de domingo, aniversário do que os árabes chamam de 'Nakba', ou catástrofe.

A polícia disparou gás lacrimogêneo para forçar o recuo dos manifestantes, que romperam uma barricada na frente da embaixada, disseram testemunhas.

'Os ferimentos variavam entre o sufocamento causado pelo gás lacrimogêneo e hematomas e ferimentos leves causados pelos empurrões', disse Abdel Hamid Abaza, autoridade graduada do Ministério da Saúde, segundo a agência Mena.

A agência ainda afirmou que 353 pessoas foram feridas do lado de fora da embaixada, das quais 45 foram transferidas a hospitais.

O governo militar interino do Egito tem sofrido pressão popular para adotar uma postura mais favorável aos palestinos desde o levante que depôs o presidente Hosni Mubarak em fevereiro.

Muitos egípcios viam Mubarak, um aliado dos EUA, como brando demais com Israel e querem que o novo governo faça mais para ajudar os palestinos.

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Mulher de Mubarak promete entregar fortuna ao Estado, diz agência egípcia

 
Suzanne, mulher do presidente deposto do Egito Hosni Mubarak, prometeu nesta segunda-feira (16) entregar sua fortuna ao Estado, dias depois de iniciado seu período de sua prisão preventiva por causa de uma investigação por corrupção, noticiou a agência oficial Mena.

"Suzanne Thabet, esposa do ex-presidente Hosni Mubarak, assinou três procurações para Asem al Gohari, chefe da autoridade anticorrupção (do ministério da Justiça), autorizando-o a retirar o dinheiro das contas de dois bancos e vender um chalé que possui" no Cairo, acrescentou a fonte.

Suzanne, de 70 anos, está em observação no hospital de Sharm el Sheikh, às margens do Mar Vermelho, onde deu entrada na sexta-feira, após uma crise cardíaca. As autoridades tinham acabado de colocá-la em prisão preventiva.

A esposa de Mubarak está na unidade de terapia intensiva. Seu marido também está em prisão preventiva no mesmo hospital, após ter sofrido um problema cardíaco.

Deposto em 11 de fevereiro por uma revolução popular, Mubarak é investigado por corrupção, bem como pela repressão de manifestantes que pediam sua saída do poder.

Segundo um balanço oficial, 846 civis morreram nas manifestações de janeiro e fevereiro e mais de 6.000 pessoas ficaram feridas.

O estado de saúde é a condição para que ambos sejam transferidos para a prisão, afirmam as autoridades.
De acordo com a agência Mena, o casal assinou, durante os interrogarórios, declarações em árabe, inglês e francês, que lançam luz sobre suas contas bancárias no Egito e no exterior.

Os dois filhos do casal, Alaa e Gamal, também estão em prisão preventiva, mas na penitenciária de Tora, periferia do Cairo.

O casal Mubarak, seus filhos e suas esposas estão proibidos de deixar o Egito. Os bens da família no país foram congelados.

Antes da revolta popular, Gamal era considerado o sucessor de seu pai, enquanto Alaa se concentrava nos negócios.

Muitos ministros de Mubarak, dirigentes do seu partido político e empresários próximos ao antigo regime são alvo de diferentes medidas judiciais.

Dois ex-ministros - o do Interior, Habib el Adli, e o do Turismo, Zoheir Garranah - já foram condenados, respectivamente, a 12 e 5 anos de prisão por malversação.

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Conversões e casais mistos reacendem intolerância religiosa no Egito

Cairo, 16 mai (EFE).- O conflito entre amor e religião pode até parecer um roteiro atraente para o cinema, mas na realidade de países como o Egito se transforma em um coquetel explosivo que reacende a cada vez mais frequente tensão religiosa.

A conversão de uma cristã ao Islã e os rumores de um casamento entre um cristão e uma muçulmana são os principais estopins de conflitos como os ocorridos há uma semana no Cairo, que resultaram em 15 mortes e cerca de 200 pessoas feridas.

Nesta ocasião, a notícia que uma jovem tinha se convertido ao islã e foi sequestrada em uma igreja, levou centenas de muçulmanos a tentarem invadir o templo, evidenciando a frágil relação entre a maioria muçulmana e a minoria cristão copta, que representa 10% da população egípcia.

Rumor ou não, ao que se soma a suposta relação da jovem com um muçulmano após abandonar seu marido copta, a realidade é que estas situações encorajam os muçulmanos a denunciar que a mulher está mantida contra sua vontade pela Igreja, e os cristãos a protestar que foi obrigada a mudar de religião.

Em paralelo, continua vivo o caso de Camilia Shehata, a esposa de um padre que supostamente se converteu ao islã no ano passado e cujo desaparecimento motivou protestos de ambas comunidades, que demonstraram a intolerância religiosa e a dificuldade para mudar de credo no Egito.

Para o especialista em estudos islâmicos de Al-Azhar, a instituição mais prestigiosa do islã sunita, Abdel Moti Bayumi, o fato de que diversas jovens cristãs se converteram ao islã é resultado da postura da Igreja Copta que não permite o divórcio nem um segundo casamento.

"Isto abriu a porta para uma onda de conversão de meninas cristãs ao islã, mas no mundo árabe as conversões difamam às famílias, são mal vistas socialmente e são causa de conflito", explicou à Agência Efe Bayumi.

Contudo, o ativista cristão copta Raed al Sharqawy, não concorda e garante que normalmente as conversões são feitas por jovens de 15 a 18 anos que se apaixonam por um muçulmano.

Quando a relação amorosa termina e as jovens querem voltar para o cristianismo surgem as dificuldades, disse à Agência Efe Al Sharqawy, que ressaltou os problemas para mudar a carteira de identidade, que no Egito reflete a religião de seu titular.

"Na atualidade há 4,7 mil casos em julgamento e há sete anos não se emitiu nenhum veredicto a respeito, enquanto as autoridades facilitam a conversão ao contrário", denunciou.

Embora legalmente os cristãos tenham mais facilidade para mudar de religião em comparação com os muçulmanos, sofrem a mesma pressão de suas famílias e se arriscam a serem excluídos de seu círculo social.

O ativista cristão copta ressaltou que as conversões no Egito vão em "uma só direção, para o islã, e com ameaças e castigos de morte ateando fogo no corpo nos casos de conversão de um muçulmano".

Neste sentido, Bayumi comentou que o islã não reconhece as conversões e que embora "o castigo por apostasia (renúncia de religião), que condena a morte o indivíduo que deixar o islã, faz parte do pensamento muçulmano, não se aplica".

A declaração contrasta com as ameaças e ataques recebidos por aqueles que se atreveram a mudar de credo ou a manter uma relação com alguém de outra confissão, porque os casais mistos enfrentam muitos impedimentos religiosos e sociais.
Enquanto a Igreja Cristão Copta não admite os casamentos entre fiéis de ambas religiões, o islã permite que um muçulmano se case com uma mulher de outro credo, mas não que o faça uma muçulmana.

Para Al Sharqawy, "quando uma jovem cristã tem uma relação com um muçulmano é uma desonra para toda a família", e o mesmo ocorre no centro da comunidade muçulmana, onde acusam a menina de ser "uma prostituta".

Este foi o estopim de um choque sectário por trás da morte de 13 pessoas no dia 8 de março, motivado pelo incêndio de uma igreja onde um jovem copta mantinha presa uma muçulmana.

Perante este aumento da tensão, as autoridades egípcias proibiram as manifestações frente os templos e anunciaram que condenarrão todo tipo de discriminação entre cidadãos. EFE

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Em meio a turbulências na região, Egito comandará Liga Árabe


O ministro das Relações Exteriores do Egito, Nabil Elaraby, foi confirmado, neste domingo (15), como próximo chefe da Liga Árabe, em meio à crise sem precedentes na região, após a diplomacia finalmente tê-lo deixado como o único candidato na disputa.

Elaraby, nomeado pouco antes de uma reunião com contrapartes, vai substituir Amr Moussa, outro ex-ministro de assuntos internacionais egípcio que comandou o grupo, sediado no Cairo, durante 10 anos. O Catar havia retirado sua nomeação para o cargo.

No início de 2011, egípcios e tunisianos derrubaram seus governos, que estavam no poder havia décadas. Líbia, Iêmen e Síria enfrentam desafios sem precedentes para seus governantes, e os protestos têm perturbado outros monarcas e presidentes árabes.

"O Egito está sacrificando seu ministro das Relações Exteriores para enviar a mensagem de que o país está interessado em manter a Liga Árabe viva num momento em que as circunstâncias políticas na região podem enfraquecê-la", disse Hassan Abu Taleb, do Centro 'Al Ahram' para Estudos Políticos e Estratégicos, no Cairo.

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Chanceler egípcio é o novo líder da Liga Árabe

CAIRO, 15 Mai 2011 (AFP) -O ministro das Relações Exteriores do Egito, Nabil Al Arabi, foi eleito neste domingo, por unanimidade, secretário-geral da Liga Árabe.

A escolha de Arabi, de 75 anos, foi recebida com aplausos.

Pouco antes da votação, o Egito retirou a candidatura do polêmico diplomata Mustafa Fequi, que foi substituído pelo atual ministro de Relações Exteriores.

O Qatar reirou depois a candidatura de Abderrman Al Atiya, ex-secretário geral do Conselho de Cooperação do Golfo, deixando o caminho livre para Arabi.

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Biblioteca de Alexandria Atual


A atual Biblioteca de Alexandria é um dos centros de conhecimento mais importantes do mundo.

A estrutura, que tem o nome oficial de Bibliotheca Alexandrina, integra, para além da principal, quatro bibliotecas especializadas, laboratórios, um planetário, um museu de ciências e um de caligrafia e uma sala de congresso e de exposições. 

No local estão ainda guardados dez mil livros raros, cem mil manuscritos, 300 mil títulos de publicações periódicas, 200 mil cassetes áudio e 50 mil vídeos. 

No total podem trabalhar na Biblioteca de Alexandria cerca de 3500 investigadores, que têm ao dispor 200 salas de estudo.




Ao todo a biblioteca tem 11 andares , 7 à superfície e 4 subterrâneos A capacidade e para 3.000.000 de livros no entanto so ha 600.000 armazenados no momento. Possui 330 computadores onde qualquer um pode acessar sites de conhecimentos e tambem localizar os livros desejados.


Quem quiser mais informação sobre a biblioteca e ate mesmo sobre eventos que la acontecem, é só acessar o site:

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Templo de Debod

Junto ao Parque La Montaña, este autêntico Templo Egípcio foi oferecido à Espanha pelo governo egípcio como tributo aos engenheiros envolvidos no salvamento de monumentos antigos no Rio Nilo.


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Egito Determina Prisão Preventiva de Ex-Primeira Dama Egípicia

O Ministério da Justiça egípcio ordenou nesta sexta-feira a detenção preventiva, por 15 dias, de Suzanne Zabet Saleh, de 70 anos, mulher do ex-presidente Hosni Mubarak, sob acusações de enriquecimento ilícito, informou a agência oficial de notícias Mena.

Mubarak governou o Egito com mão de ferro por 30 anos, mas caiu em fevereiro deste ano depois de um levante popular. 

O conselho militar, que tomou o país desde sua queda, decidiu punir todos os membros do regime envolvidos em corrupção. Mais de 20 ministros já foram presos e dois, condenados.

O anúncio foi feito um dia depois do Ministério decidir prolongar por mais 15 dias a detenção preventiva do ex-ditador. 

Suzanne foi interrogada na manhã desta sexta-feira na cidade litorânea de Sharm el-Sheikh, onde está preso seu marido. Em seguida, o chefe do Departamento de Enriquecimento Ilícito do Ministério da Justiça, Assem al-Gohari, decidiu ordenar a retenção da mulher de Mubarak. 

Segundo Gohari, Suzanne teria usado a posição de seu marido para enriquecer ilegalmente. Ela será detida em uma prisão no Cairo.

Mubarak, de 83 anos, e seus dois filhos, Alaa e Gamal, estão na prisão de Tora, no Cairo, acusados de abuso de poder e enriquecimento ilícito. 

Sob eles pesa ainda a acusação de envolvimento no ataque contra os manifestantes durante a revolução, que começou em 25 de janeiro e forçou a renúncia do ditador em 11 de fevereiro. 

Mubarak está detido preventivamente desde 13 de abril no hospital de Sharm el-Sheikh, onde se recupera de problemas cardíacos.

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Justiça prolonga prisão preventiva de Mubarak

O procurador geral egípcio anunciou nesta terça-feira sua decisão de prolongar por mais 15 dias a prisão preventiva do ex-presidente Hosni Mubarak.

A justiça egípcia explicou que sua decisão foi tomada em prol da investigação sobre a repressão da rebelião popular contra o regime de Mubarak, deposto no começo do ano.

O procurador geral Abdel Meguid Mahmud "ordenou a prisão preventiva do ex-presidente Hosni Mubarak por outros quinze dias, que começarão a contar a partir do fim do período de detenção atual", em 12 de maio, segundo um comunicado.

O porta-voz da procuradoria indicou que uma equipe de investigadores foi nesta terça-feira ao hospital de Sharm el Seikh onde Mubarak permanece internado, para dar prosseguimento ao interrogatório.

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Ex-ministro do Turismo condenado a cinco anos de prisão

Garranah foi acusado, de acordo com a agência de notícias francesa, de ter autorizado a venda de terrenos públicos, a preços abaixo dos estabelecidos pelo mercado, fazendo o Estado perder 51 milhões de dólares. 

Segundo a Reuters, o tribunal não só condenou como multou Garranah, com base na distribuição ilegal de licenças de turismo.

O ex-ministro do Turismo - um sector com forte peso na economia do Egipto – é o segundo ministro do antigo Governo de Hosni Mubarak a ser condenado, depois da revolta popular que levou à queda do regime a 11 de Fevereiro.

Na passada quinta-feira, foi a vez de Habib el-Adli, o ex-ministro do Interior, ser condenado a 12 anos de prisão. O julgamento de El-Adli foi o primeiro de um responsável do regime de Mubarak.

O antigo ministro do Interior foi acusado de lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito - acusações que negou.

Muitos dos responsáveis do regime do antigo Presidente egípcio estão a ser investigados pelas autoridades.

Hosni Mubarak está detido num quarto de hospital em Sharm el-Sheikh, depois de ter, alegadamente, sofrido um ataque de coração enquanto estava a ser interrogado.

Mais de 800 pessoas morreram e milhares ficaram feridas durante a revolução que pôs fim a um regime autocrático de três décadas.

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Egito prende o acusado de incitar violência religiosa

Autoridades do Egito prendem o acusado de instigar a violência religiosa entre muçulmanos e cristãos coptas, no Cairo.

Em um breve comunicado sobre a prisão, as autoridades afirmam apenas que o suspeito é acusado de ser o "cérebro" por trás do ataque à Igreja de Mar Mina, que resultou na morte de 12 pessoas. Duzentas e 32 ficaram feridas.

O local foi incendiado. Um grupo de muçulmanos acreditava que lá estava confinada uma cristã copta, que havia decidido se converter ao islamismo para se casar.

Até agora, 205 pessoas já foram detidas em relação com o episódio. Pelo terceiro dia seguido, cristãos coptas protestam em frente à emissora estatal contra o descaso das autoridades com a fé cristã. Dez por cento dos egípcios são cristãos coptas.
(fonte: paraiba )

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Sobe para 12 o número de mortos em confronto religioso no Egito

Os violentos confrontos entre muçulmanos e cristãos registados na noite de sábado num bairro popular do Cairo provocaram 12 mortos e mais de 200 feridos, segundo um novo balanço divulgado pela televisão estatal.

O canal, que cita autoridades do ministério da Saúde, indicou que 12 pessoas foram mortas, enquanto outras 232 ficaram feridas durante os confrontos religiosos no bairro de Imbaba.

Ainda de acordo com a TV egípcia, quatro vítimas fatais são cristãs, e seis são muçulmanas. Os corpos ainda não foram identificados.

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Egito reforça segurança em meio a tensão religiosa

Por Yasmine Saleh e Sarah Mikhail

CAIRO (Reuters) - O Egito reforçou na segunda-feira a segurança em torno das igrejas do Cairo, dois dias depois que confrontos entre muçulmanos e cristãos deixaram um saldo de 12 mortos.

A onda de violência religiosa, que deixou uma igreja destruída pelo fogo e mais de 238 feridos durante o fim de semana, foi desencadeada por rumores de que cristãos teriam sequestrado uma mulher que se converteu ao Islã.

Os incidentes representam um desafio para o atual regime militar egípcio, que está sob pressão para garantir a segurança pública e retomar o crescimento econômico, mas sem recorrer às táticas violentas que o deposto regime de Hosni Mubarak usava contra os militantes islâmicos.

Um reforçado cordão de isolamento foi montado em torno da igreja de Santa Mina, no bairro cairota de Imbaba, onde ocorreram os confrontos na noite de sábado e ao longo do domingo. Outra igreja, a de Santa Maria, foi incendiada.

O Exército disse que 190 pessoas presas nos distúrbios serão julgadas em tribunais militares.
Fontes de segurança disseram que mais 15 pessoas foram detidas na segunda-feira, inclusive o suposto marido muçulmano da mulher apontada como convertida, e um cristão, dono de um bar. Ambos foram acusados como causadores da violência.

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Justiça egípcia promete 'mão de ferro' para manter a estabilidade no país

O ministro da Justiça do Egito prometeu neste domingo usar 'mão de ferro' para manter a segurança no país, após os confrontos entre muçulmanos e cristãos na noite de sábado que deixaram 10 mortos e 186 pessoas feridas na capital, Cairo.

As autoridades 'vão atacar com mão de ferro todos os que buscam mexer com a segurança da nação', disse Abdel Aziz al-Gindi.

O Exército egípcio disse que mais de 190 pessoas detidas por causa dos conflitos no bairro de Imbaba vão a julgamento, medida que chamou de 'prevenção' contra novos atos de violência.

O correspondente da BBC no Cairo disse que o governo egípcio está considerando o ocorrido seriamente a ponto de o premiê Essam Sharaf cancelar uma visita ao Golfo Pérsico e convocar uma reunião de emergência.

O episódio

Os confrontos começaram depois que centenas de muçulmanos conservadores se reuniram em uma igreja alegando que uma mulher cristã que se converteu ao islamismo estava sendo mantida contra a vontade dentro da igreja.

Segundo a agência Mena, a mulher teria se casado com um muçulmano e queria se converter ao islamismo.
O que teria começado como uma discussão entre manifestantes, seguranças da igreja e moradores das proximidades evoluiu para um confronto envolvendo armas, bombas e pedras.

Duas igrejas e algumas casas do bairro foram incendiadas e foram necessárias algumas horas para que os serviços de emergência e militares controlassem a situação.

Segundo o correspondente da BBC, a ocorrência de outro episódio grave de violência em uma comunidade, enquanto o governo militar lidera um processo de transição hesitante é mais um motivo de preocupação para o Egito.

Rivalidade

Em março 13 pessoas morreram em confrontos semelhantes em outro bairro.

Em abril, manifestantes na cidade de Qena, sul do Egito, cortaram os transportes para o Cairo durante uma semana em protesto contra a indicação de um governador cristão para a região.

Cerca de 10% da população do Egito é formada por coptas. A maioria é de muçulmanos.

De acordo com o correspondente da BBC, esta minoria cristã agora teme pela própria segurança caso os muçulmanos conservadores consigam bons resultados nas eleições, marcadas para setembro.


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Depois de choques entre muçulmanos e cristãos, premiê egípcio convoca reunião

O primeiro-ministro do Egito, Essam Sharaf, convocou uma reunião de emergência do gabinete de governo depois dos confrontos entre muçulmanos e cristãos durante a noite no Cairo, que deixaram dez mortos.

Segundo a imprensa estatal do país, Sharaf adiou uma viagem ao Barein e Emirados Árabes Unidos para discutir a violência religiosa no bairro de Imbaba que, além de dez mortos, também deixou mais de cem feridos.

"O primeiro-ministro Sharaf convocou uma reunião de emergência do gabinete de governo para discutir os eventos lamentáveis em Imbaba", afirmou Ahmed al-Saman, porta-voz do governo, à agência de notícias estatal Mena.

Os confrontos começaram depois que centenas de muçulmanos conservadores se reuniram em uma igreja alegando que uma mulher cristã que se converteu ao islamismo estava sendo mantida contra a vontade dentro da igreja.

Segundo a agência Mena, a mulher teria se casado com um muçulmano e queria se converter ao islamismo.

O que teria começado como uma discussão entre manifestantes, seguranças da igreja e moradores das proximidades evoluiu para um confronto envolvendo armas, bombas e pedras.

Duas igrejas e algumas casas do bairro foram incendiadas e foram necessárias algumas horas para que os serviços de emergência e militares controlassem a situação.

Segundo o correspondente da BBC no Cairo Jonathan Head, a ocorrência de outro episódio grave de violência em uma comunidade, enquanto o governo militar lidera um processo de transição hesitante é mais um motivo de preocupação para o Egito.

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Confrontos deixam 10 mortos e 186 feridos no Egito

Dez pessoas morreram e 186 ficaram feridas durante um ataque realizado por uma multidão de muçulmanos contra uma igreja copta na noite de ontem, no Cairo, Egito, no mais recente incidente de violência sectária no país.


O ataque foi desencadeado por rumores de que uma mulher cristã que era casada com um homem muçulmano estava sendo mantida presa na igreja, localizada no bairro pobre de Imbaba, contra sua vontade porque quis se converter ao islamismo.

Os rumores, que não foram confirmados, levaram uma multidão de salafistas, que são defensores de uma doutrina puritana islâmica, a marchar em direção à Igreja Saint Mena, um das mais antigas do Egito, e incendiá-la.

Forças especiais do Exército e policiais foram chamados para tentar acabar com a violência e dispararam tiros de advertência no ar, segundo testemunhas.

Ao mesmo tempo, na vizinha Igreja Virgem Santa, também copta, os bombeiros foram chamados para apagar um incêndio que, segundo testemunhas, parecia ter sido iniciado pelos membros do mesmo grupo que atacou a Igreja Saint Mena.

O primeiro-ministro egípcio, Essam Sharaf, cancelou uma visita que faria ao Bahrein e aos Emirados Árabes neste domingo e convocou uma reunião de emergência do Gabinete para discutir a violência, de acordo com uma agência de notícias estatal.

Os coptas representam cerca de 10% dos 80 milhões de habitantes do país, reclamam de discriminação, e têm sido alvos de ataques sectários bastante regulares no Egito.

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Ex-ministro egípcio é condenado a 12 anos de prisão

O ex-ministro egípcio do Interior Habib al-Adli, considerado um símbolo da repressão durante o governo do ex-presidente Hosni Mubarak, foi condenado a 12 anos de prisão nesta quinta-feira. Ele foi considerado culpado das acusações de lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito.

Manifestante balança sapato em protesto contra o ex-ministro, durante passagem de carro que o transportava no Cairo


Segundo a Justiça egípcia, o ex-ministro aproveitou-se de sua posição para obter benefícios pessoais. Ele usou funcionários de seu ministério para vender um terreno particular, pelo qual obteve 4,85 milhões de libras (US$ 800 mil).

Adli é a primeira autoridade do governo de Mubarak a receber uma sentença de prisão. Familiares de manifestantes mortos nos protestos contra o antigo governo acompanharam o julgamento do lado de fora do tribunal, localizado nos arredores do Cairo.

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