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Curiosidade: Nova toalha de mesa [By Cris]

Lembram da historia do jornal como toalha de mesa?

Agora ja tem aqui, uns rolos de papel enormes, especialmente para servir de toalha de mesa descartavel...

Voce desenrola, ele e ate bonitinho, meio desenhado, cobre a mesa, e depois de terminar a refeicao, joga fora, como era feito com o jornal...

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Costume: Nome e Sobrenome (by Cris)

O lance dos filhos nao terem o nome da mae, so o nome e sobrenome do pai, eh porque, segundo a religiao, apos a pessoa morrer, la no paraiso, elas adotarao o nome e sobrenome das maes...

A esposa nao carrega o sobrenome do marido no documento, mas no dia a dia, apresentam-se como sra...ou madame...e o falam o sobrenome do marido, entendem?

Meu marido quando vai comigo a medico, ou a qualquer lugar que temos que dizer meu nome, ele diz....madame Negm (sobrenome dele).

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Procurações

Procurações por instrumento público podem ser lavrada no Setor Consular por brasileiros ou por estrangeiros com residência permanente no Brasil. O outorgante deve comparecer ao Setor Consular para preencher formulário e apresentar os seguintes documentos:

* Prova de nacionalidade brasileira ou de residência permanente no Brasil (cédula de identidade, passaporte, ou Registro Nacional de Estrangeiro (RNE) válido);
* Prova de inscrição no Cadastro de Pessoa Física (CPF);

São também necessárias as seguintes informações sobre o outorgado:

* Número, data e local de expedição da cédula de identidade;
* Número do CPF;
* Nome completo, endereço, estado civil e profissão.

Os termos, poderes e finalidade da procuração devem ser fornecidos pelo outorgante. O Setor Consular poderá proporcionar alguns modelos, a título exemplificativo.
Emolumentos consulares: Os emolumentos para procurações variam de acordo com sua finalidade. Para informações adicionais, contate o Setor Consular

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Registro e Certidão de Casamento - Parte II



Os filhos de pai brasileiro e/ou de mãe brasileira nascidos nos países da jurisdição da Embaixada do Brasil no Cairo, deverão ser registrados nesta Embaixada, antes de complementar 12 (doze) anos de idade, mediante a apresentação de:

A) Prova de nacionalidade brasileira, do(a) genitor(a) ou genitores, conforme o caso, por meio da cédula de identidade ou do passaporte válido. O(a) genitor(a) estrangeiro(a) não pode ser declarante;
B) Prova do estado de casados dos pais, por meio de certidão de casamento, se for o caso;
C) Certidão completa de nascimento da criança, expedida pela autoridade local.
D) Formulário de PEDIDO DE REGISTRO DE NASCIMENTO devidamente preenchido e assinado. O formulário é fornecido gratuitamente na recepção do Setor Consular.

* O Setor Consular só pode efetuar registros de nascimento de crianças que ainda não completaram 12 anos;

* O registro e a primeira via da certidão de nascimento são gratuitos;

* As certidões de nascimento emitidas pelas Embaixadas ou Consulados devem ser inscritas ou trasladadas em Cartório do 1o Ofício do Registro Civil do local de residência do interessado, no Brasil, ou no Cartório do 1o Ofício do Registro Civil do Distrito Federal. A inscrição do registro poderá ser efetuada em qualquer tempo. Convém observar que o exercício dos direitos civis do interessado, no Brasil, depende desse registro. (para os nascidos a partir de 07/06/1994, ver item seguinte)

* Segundo a Constituição são brasileiros natos os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou mãe brasileira, desde que venham a residir na República Federativa do Brasil e optem em qualquer tempo pela nacionalidade brasileira. Assim, aos nascidos a partir de 07/06/1994 a Constituição não mais contempla a nacionalidade brasileira automaticamente. Entretanto, continuam sendo registrados nas Embaixadas e Consulados brasileiros até completarem 12 anos de idade, registro este que constitui prova de filiação e requisito básico para o exercício do direito de opção pela nacionalidade brasileira. Portanto, enquanto menores de 21 anos de idade, ser-lhes-ão assegurados os direitos de cidadão brasileiro, inclusive o passaporte, muito embora o alistamento militar e o cadastramento eleitoral somente possam ser efetuados mediante a prova de opção pela nacionalidade brasileira.

Dessa forma, o interessado, desde que esteja residindo no Brasil, de posse de sua certidão de nascimento estrangeira, devidamente consularizada, ou da certidão de registro em Repartição Consular, deverá requerer ao Juiz do Registro Civil do local de sua residência a transcrição da certidão estrangeira (se maior de 12 anos) ou a inscrição da certidão consular no Registro Civil brasileiro.

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Registro e Certidão de Óbito



Para se registrar o falecimento de nacional brasileiro, é necessário que membro da família ou seu represente legal compareça ao Setor Consular para preencher formulário e apresentar a certidão de óbito original, expedida pela autoridade local. O registro e a primeira via da certidão de óbito são gratuitos. O formulário é fornecido gratuitamente na recepção do Setor Consular.

Observação: As certidões de óbito emitidas pelas Embaixadas e Consulados brasileiros devem ser inscritas ou trasladadas em Catório do 1o Ofício do Registro Civil do local de residência da família do falecido, no Brasil, ou no Catório do 1o Ofício do Registro Civil do Distrito Federal.

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Votando no Egito (Eleições Presidenciais)



Os cidadãos brasileiros, maiores de 16 anos de idade, poderão exercer seu direito de voto ao ensejo das eleições presidenciais que se realizam de quatro em quatro anos (2006, 2010 e assim por diante). O direito de voto depende de que o eleito seja recadastrado ou inscrito para esse fim na Embaixada ou consulado da jurisdição de sua residência.

* Os cidadãos brasileiros, residentes nos territórios da jurisdição da Embaixada do Brasil no Cairo, poderão votar nas eleições presidenciais, desde que se (re)cadastrem como eleitores no Serviço Consular da Embaixada do Brasil no Cairo.

* O (re)cadastramento ocorre somente no ano das eleições, as quais se realizam “no primeiro domingo de outubro do ano respectivo”, nos termos do Art. 1o da Lei n. 9.504, de 30/09/1997. O prazo de (re)cadastramento termina 150 dias antes da data prevista para a realização da votação, de acordo com o disposto no artiga 91 da citada lei, enquanto o início é determinado pelo Tribunal Superior Eleitoral por meio de uma resolução específica, para cada ano de eleições presidenciais.

* Uma vez que o (re)cadastramento depende das instruções emanadas da Justiça Eleitoral, aconselha-se os interessados a manterem contato com o Serviço Consular da Embaixada no mês de março de cada ano de eleições presidenciais, com vistas a obtenção das informações pertinentes.

* Já é possível saber, via internet, a situação do título eleitoral de cidadão brasileiro. Para tal, seguir os seguintes procedimentos:

- Acessar o Tribunal Superior Eleitoral
- Procurar o ícone consulta ao título
- Digitar o nuúmero do título
- Adotar o procedimento adequado à situação e aos interesses do eleitor

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Reconhecimento de Firmas e Legalização de Documentos



Para valer no Brasil, documentos estrangeiros devem ser legalizados no Setor Consular. Entende-se por legalização, a autenticação de um documento ou o reconhecimento da firma de quem o assina.

O Setor Consular só autentica assinaturas e documentos de pessoas ou instituições estabelecidas na jurisdição consular, como por exemplo:

* brasileiros, ou estrangeiros com registro de permanência no Brasil válido;
* certas autoridades locais cujas assinaturas constam dos registros do Setor Consular;
* reconhecimento dos documentos expedidos pelos estabelecimentos de ensino e orgãos oficiais locais.

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Matrícula consular de brasileiros



As Repartições brasileiras no exterior necessitam conhecer dados dos cidadãos brasileiros que se encontram na sua área de jurisdição para poder melhor atendê-los. Para tanto, sugere-se o preenchimento do formulário de matrícula de cidadão brasileiro mesmo que não esteja naquele momento precisando de apoio ou de providências de caráter burocrático pelo Serviço Consular.

Documentos Necessários:

* Formulário de matrícula preenchido e assinado;
* Duas fotos 3×4 cm;
* Documento comprobatóro da nacionalidade brasileira:
1. Certidão de nascimento ou Certidão de Naturalização;
2. Passaporte;
3. Carteira de identidade;
4. Documento militar (aos homens entre 18 a 45 anos de idade);
5. Documento local de identidade a critério da autoridade consular.

Observações:

- O Setor Consular é proibido por lei divulgar dados individuais, de fornecer informações de caráter pessoal ou de colocar à disposição das autoridades locais dados que permitam a identificação de cidadãos brasileiros, exceto no caso de interpelação da Justiça brasileira.

- A matrícula é gratuita.

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Visto para trabalho

Estou no Egito e hoje consegui um emprego no hotel. Eles querem dar entrada no pedido de viso de trabalho,mas precisam de um “certificado de experiência” que deve ser dado em inglês por alguma empresa que trabahei e segundo o hotel tenho que mandar pra a embaixada do Egito no Brasil pra que eles validem. Alguém sabe como é esse processo? Quanto custa? E se a embaixada precisa de mais alguma coisa pra liberar o documento? Acabei de escrever pra Embaixada e vu tentar compar um cartao pra ligar, já que a conexão através do skype é horrível.[By Srta]



Bom, eu tive que fazer este processo em varios documentos e inclusive declarações. Só que o seguinte, o processo saindo do Braisil, voce faz esta declaração em portugues mesmo,manda traduzir por um tradutor juramentado ( achei somente em sao paulo), depois reconhece a firma da pessoa que assinou a declaração, vai no itamaraty carimba, depois leva na embaixada do Egito no Brasil, eles carimbam novamente. Depois disto, vem para a embaixada brasileira no Cairo,eles carimbam outra vez e voce finaliza no orgão do governo egipcio que trata de assuntos de estrangeiros (igual itamaraty), aí sim, o documento tem valor. Não desanime……. é assim mesmo…… eu fiz isto varias vezes ,mesmo brigando com a embaixada aqui para eles desburocratizarem um pouco para mim. Mas, enquanto não fiz isto, não teve jeito. Quanto a preços, a tradução depende do tradutor e de quantas folhas, no itamaraty nao paguei nada, na embaixada do Egito no Brasil, paguei R$320,00.Aqui na embaixada do Brasil no Cairo mais EGP32,00 + EGP120,00 e depois paguei mais acho qe EGP80,00 no ultimo carimbo egípcio. Isto sem contar o sedex de envio. Me desculpe…. Me esqueci, a tratução de portugues para arabe.Agora caso o hotel onde voce obtiver a declaração nao for no Brasil, entao o processo tem que sair do pais onde ele se localiza, ai sim é na lingua local. Se o hotel for brasileiro, tem que ser em portugues,porque senão aqui ou no itamaraty nao carimbam. O idioma tem que ser original para qualquer carimbo da embaixada.
[By Regina]

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Registro e Certidão de Casamento - Parte I



Existem, duas alternativas para que o casamento realizado no exterior seja reconhecido no Brasil, a saber:

* A certidão de casamento estrangeira é autenticada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros da jurisdição deste Setor Consular e, posteriormente, por autoridade consular brasileira. De regresso no Brasil, a certidão estrangeira deverá ser traduzida por tradutor juramentado e registrada em Cartório do Primeiro Oficio do Registro Civil do domicílio do casal.

* A certidão de casamento estrangeira é apresentada ao Setor Consular para que seja feita sua transcrição em livro próprio e expedida certidão brasileira. Neste caso, a certidão fornecida pelo Setor Consular será utilizado para o registro, no Brasil, em Cartório do Primeiro Oficio do Registro Civil do domicílio do casal,
Os documentos necessários para o processamento de solicitações de registro de casamento no Setor Consular são:

♠ Formulário de PEDIDO DE REGISTRO DE CASAMENTO devidamente preenchido e assinado. O formulário é fornecido gratuitamente na recepção do Setor Consular
♠ Original da certidão de casamento expedida pelas autoridades locais;
♠ Passaportes de ambos os cônjuges;
♠ Cópia da certidão de nascimento brasileira;
♠ Prova de dissolução legal de matrimônio(s) anterior(es). Se o cônjuge brasileiro tiver sido casado anteriormente, a dissolução deverá ser registrada em cartório no Brasil, mesmo se o casamento anterior tiver sido celebrado no exterior e não no Brasil.
♠ Prova do regime de bens adotado entre os cônjuges.
♠ Pagamento da taxa consular. Informe-se sobre valores específicos com o Setor Consular.

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Orkontro: Adham, Wally, Cris, Mohamed e Nane

Há 5 minutos das Pirâmides de Gizé, fica o "Lar, Doce Lar" da Cris. Não há palavra melhor do que "doce" para definir o lugar!!! E tal qual, é a dona: a doçura em pessoa.

Mohamed, marido da Cris, também é simpaticíssimo.
A Nane se juntou a nós pro cafe e o tempo voou como um rojão.
Jogamos muuita conversa fora!!!
E ainda assim tinha muito mais que conversar! Mas o relogio avancou contra o tempo sem piedade... assim tivemos que deixar assunto para o próximo Orkontro...

Da esquerda para a direita: Mohamed (marido da Cris), Cris, Nane, Wally e Adham.




Tudo feito em casa pela nada mais nada menos super prendada Cris!



A Nane é apaixonantemente maluquinha... Virei fã de carteirinha dela!!



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Orkontro: Adham, Wally, Regina, Ahmed, Marta & Ahmed

A Regina é uma figura! Muito gente fina!!
Ainda bem que conseguiu um tempinho pra ir la bater um papo com a gente!
Ela estava acompanhada de seu socio Ahmed (parente da Suria aqui da comu tbem), o qual tambem parece ser muito gente boa! 


Da esquerda para a direita: Adham (meu marido - de Alexandria), Wally, Regina, Ahmed, Ahmed e Marta (esposa do segundo Ahmed )

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Orkontro: Wally & Marta com seus habibys

Chegamos no Cairo por volta de 11:30am no sabado e fomos direto pro apartamento do marido da Marta.

Foi muito especial sermos recebidos por ela e Ahmed e pernoitarmos la.

A Marta eh engracadissima. Super jovial e transborda simpatia. Ahmed eh mais serio mas nem por um momento deixou a hospitalidade egipcia de lado.

Marta e Wally

Adham, Wally, Marta e Ahmed

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Orkontro: Claudia & Katie

Orkontro realizado com Claudia, Katie e amigas na Khan el Khalili em São Paulo.




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Brasileiros no Egito - As primeiras impressões [By Joana Darc]


A 1ª impressão, e que fez acelerar meu coração, foi quando o comandante do avião avisou sobre as Pirâmides. 

Aquilo foi demais de bom!

A 2ª foi ver a cidade do Cairo de cima e ver um mar de prédios cor de tijolo, em contraste com os modernos prédios ao longo do Rio Nilo. Também me impactou o trânsito sem nenhuma regra; os seus bi-bis; seus carros caindo aos pedaços… 

Mais para o interior do país, as casas cobertas com galhos de árvores. Eu perguntei: e quando chove? resposta: só chove 5 minutos por ano…

Me doeu mesmo foi ver a pobreza da população; as crianças desassistidas e sujinhas e naquela famosa fábrica de tapetes começando a tecer para os turistas a um estalo de dedo do ‘chefe’. 

A partir daí, costumo dizer que, quem é pobre aqui no Brasil não sabe o que é ser pobre no Egito. Mas devemos separar essas impressões e vermos a beleza indescritível dessa terra magnífica que nos acolhe tão bem.

Outra coisa que me impressiona é o costume do povo egípcio andar no meio da rua entre os carros… E isso acontece em todas as cidades… Andando com minha querida cunhadinha Marwa pelas ruas de Luxor, eu fazia de tudo para andarmos nas calçadas e quando via lá estava eu de volta no meio da rua disputando espaço naquelas ruas estreitas…

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Brasileiros no Egito - As primeiras impressões [By Suria]

Eu desembarquei no cairo no início da madrugada, e enquanto a aeronave orbitava preparando-se para a aterrissagem, senti uma emoção inteligente, Não sei se é possíevl isso. Mas nada de tocar o coração. Mas impressão impactante senti mesmo no trajeto até o apartamento. Tive péssima impressão (pobreza, desleixo) achei que nada era asfaltado. Pensava que iria para uma capital feito sampa, Nova York, Tóquio, espera encontar luzes neon em profusão e brilhos tal qual Las Vegas…

O povo é maravilhoso. Calorosos sem serem estabanados. Atenciosos, gentis, …. Mas o trânsito,… Meu DEus! Achava que havia muitas viaturas policiais nas ruas. ledo engando, eram os taxis – lá são alvinegro. Mas o pior ainda estava por vir. ..entremear o pior trânsito do PLANETA. Tive a impressão de qiue todos os motoristas frequentaram a mesma auto escola.


Alguém pércebeu que quando queima uma luz de freio, o lanterna, ou pisca, o condutor não pavara para acertar isso, mas se o problema fosse na buizina!!!!!!. aí sim ele iria para o mecânico, ver o que havia acontecido com carro.

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Carteira Internacional - by Marta

Em vários pontos turísticos é possível se obter desconto nos ingressos com carteira internacional de estudante ou de professor: 

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Tradução Juramentada



Para levar antecedentes criminais e o registro de nascimento do meu marido para o Brasil, preciso carimbar na embaixada e precisa ser traduzido? E preciso carimbar nesse ministério de relações exteriores? Onde fica isso no Cairo? Achei que a embaixada já dava todos os carimbos. Já sabem porque pergunto aqui, pois o mau atendimento continua e as informações pra variar são incompletas na embaixada aqui no Cairo. É lamentável tudo isso, porque moro em Alexandria é longe e caro para estar indo e voltando toda hora que eu preciso de alguma coisa e o horário da embaixada é uma vergonha!!!! Das 9h ao 12h e deu!!! Absurdooooooooooo total!!!!
[By Julia]

Olha, todo documento expedido fora do Brasil, precisa obter o carimbo da embaixada do Brasil para ser válido aqui no país.  Quanto a traduzir esses documentos, vc deve procurar tradutor juramentado, tanto aqui no Brasil quanto aí no Egito, ou seja, um tradutor reconhecido pela embaixada. Bom, tenta perguntar na embaixada sobre esse tradutor. Talvez possam indicar alguém… vai que vc tem sorte dessa vez e eles te informam!!!! Eu tenho documentos expedidos no Egito somente com o carimbo da embaixada. Estou traduzindo tudo aqui mesmo no Brasil e meu marido está fazendo os documentos brasileiros dele assim!!!! Já não sei informar onde fica mais barato… fazer tudo aí no Egito ou aqui!!!
[By Khadija]


Júlia, infelizmente a falta de informação na embaixada brasileira no Cairo é a mais pura realidade. Não sei se as regras ainda estão válidas, mas na época em que o falecido estava organizando pra vir morar no Brasil (2007) ele fez a tradução juramentada em Nars City, (tenho o endereço em casa, depois deixo aqui) e depois teve que carimbar no Ministerio das Relações Exteriores, antes de passar pela embaixada, sem o carimbo do Ministerio de nada vale aqui.

Outro problema é que lá na embaixada disseram que aqui no Brasil não era aceito a tradução feita por um tradutor de lá do Egito, e simplesmente lá na embaixada não carimbaram a tradução, o falecido só fez gastar dinheiro em vão, na época foi quase LE 200,00 pra traduzir duas páginas. Aqui no Brasil tivemos que fazer outra tradução, quem fez foi um tradutor juramentado lá de São Paulo (uma longa história que qualquer dia desses conto lá no Blog) e ele cobrou R$ 70,00. O que mais me deu raiva é que quando fomos levar os documentos na Polícia Federal que eu contei sobre a questão da tradução, o agente lá disse que não tinha nada a ver e que eles aceitariam uma tradução feita fora do Brasil, o que valeria era o tradutor ser juramentado

Outra coisa bem importante, é que esses antecedentes criminais tem validade de três meses, então se for pra dar entrada na residencia aqui no Brasil, tudo tem que ser feito antes desses três meses terminarem, do contrário você vai ter que se virar nos trinta pra conseguir outro documento, caso o egípcio esteja aqui no Brasil. Como tem que ter as digitais no documento, a única forma é ele indo pra embaixada egípcia em Brasília, em outras palavras: mais gasto…
[By Nadir Araújo]

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Tradução Juramentada [By Julia]



Ah esqueci de perguntar, sei que parece óbvio, mas quando tu fala em tradução isso tudo é pra o portugues né? Porque tá muitoooo caro traduzir para nosso idioma e o ingles é mais barato aqui. Mas se vale no Brasil a tradução da Mitsco como juramentado acho mais interessante traduzir tudo de novo para o português.
Afffffffff que dilema!!!! ehehehhee
[By Julia]




Olha, o bom é você contactar com a Policia Federal no setor de Estrangeiros do teu Estado e saber as exigencias lá. Madeline lá na embaixada cismou que a tradução tinha que ser feita aqui no Brasil, no entanto a Policia Federal aceitava a tradução feita em qualquer lugar, se eu tivesse pego informação diretamente com eles, teria evitado gastos desnecessários, então, pede pra alguem da tua cidade ir até a Policia Federal e saber quais documentos você tem que levar… A tradução que eu falo é para o português sim, eu não sei se aqui eles aceitam a documentação em inglês não, pelo menos na Polícia Federal daqui de Pernambuco, a exigencia era que os documentos estivessem traduzidos no português, então, como eu falei acima é bom você procurar saber diretamente com a Polícia Federal do teu estado…
[By Nadir Araújo]



Vai uma informação importante para voce. A tradução da Mitsco não é oficial. A Mitsco não é juramentada, por isto na embaixada mandam a gente fazer tradução para o ingles, porque nao tem aqui no Egito, um tradutor juramentado para portugues-arabe ou vice-versa. Eu tive que traduzir muitos documentos, dá ate um livro e sinceramente um ultimo que carimbei tudo no Brasil, tudo certinho, foi a maior burocracia para o Sr. Luiz carimbar tb aqui e olha que tinha carimbo do Itamaraty, tinha carimbo da embaixada do Egito no Brasil e eles nao reconheciam aí voltei na Mitsco pedi assinatura dele reconhecida em um banco, porque aqui nao e tao comum reconhecer assinatura num cartorio como no Brasil, voltei na embaixada e ele nao aceitava. Depois de eu desistir ele resolveu fazer um documento dizendo que nao tinha nada haver com aquela tradução, mas que foi apresentado aquela tradução e o documento em portugues. Tudo bem, porque eu queria era o carimbo da embaixada hehhehehe e consegui, fui correndo depois no Ministerio das Relações exteriores aqui e eles viram o carimbo da embaixada e entao oficializaram. Se voce quiser tudo mais facil, tradução no Brasil e eu tenho nome de tradutor juramentado no Brasil Portugues/arabe/portugues. Não adianta teimar com a embaixada aqui,porque eles não aceitam mesmo viu?? Nem da Mitsco como oficial… e mais uma….. quem me indicou a Mitsco foi o Sr. Luiz mesmo e depois não reconheceu como tradutor juramentado…. da para entender???? Os outros documentos, traduzi todos no Brasil e a melhor forma é esta,porque aqui realmente nao tem tradutor juramentado. De tanto apanhar com estes documentos indo e vindo do Brasil, agora estou profissional e nao adianta mesmo que eles nao carimbam tradução de tradutor não juramentado. Vai pelo atalho, traduz no Brasil e ai ja vem tudo certo para eles carimbarem..
[By Regina]



Como a Regina disse, e melhor fazer as traducoes no Brasil, para o portugues, dos documentos dele para a legalizacao dele la. Aqui no Egito nao tem tradutor juramentado, entao, a policia federal so reconhece essa traducao (e tem que ser para o portugues, claro), por tradutores do Brasil, que tera o selo, o carimbo, de traducao oficial e valida para a policia federal. Nao me lembro se o certificado dele de antecedentes criminais teve que ser carimbado antes no ministerio das relacoes exteriores, mas, o carimbo que a policia federal do brasil exige e o carimbo da embaixada brasileira. Se alguem for exigir o carimbo do ministerio das relacoes ext daqui sera a embaixada, ai, voce vera com eles. Em geral, o ultimo lugar que os documentos passam antes de ir para o brasil e pela embaixada brasileira, entende? Nao esqueca da carteira de motorista dele, se for levar, tambem passa pela embaixada e depois traduz la no Brasil.  Eu quando pedi o visto dele, fiz tudo junto, registrei o casamento e ja pedi o visto, pois eu so ia ficar um mes aqui, para casar, fazer a papelada toda e iamos viajar para o brasil em seguida. Tive que tentar fazer tudo muito rapido. Mas como te disse aquele dia aqui em casa, uma vez que voce e casada com ele, e esta registrado la na embaixada, eles tem que dar o visto de turista para ele viajar com voce, ele e seu marido. Por mais que eles te deem o formulario para preencher, cheio de exigencias, (e um formulario padrao), mesmo que ele nao tenha a tal da conta em banco, agora que voces sao casados de fato, eles tem que dar o visto a ele.
[By Cris]

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O feijão do Egito [By Cris]


Aqui nao tem feijao preto, nem carioca…so feijao branco (que eles chamam de fassulia) e o que nos conhecemos como feijao fradinho (eles chamam aqui de lúbia). O feijao branco e feito com extrato de tomate, o lubia nem sei como eles fazem, na minha familia nunca fizeram, mas acho que deve ser tambem com molho vermelho, pois tudo aqui eles fazem com molho vermelho – ervilhas frescas (bessela), vagem (chamam de fassulia arrdar), quiabo (bâmia)…o feijao eles comem no almoco ou jantar, junto com arroz, e outros alimentos. A vagem, e uma vagem diferente da que temos no brasil, inclusive a daqui nunca achamos la, ela e cozida e fica com aspecto do nosso feijao, mas eles comem no cafe da manha (chama-se full) somente, nunca comem fava com arroz, acham a coisa mais maluca do mundo quando eu faco fava tipo salada e como com arroz, no almoco e jantar. Eles tambem tem o habito de comer o full (fava) naquela refeicao que eles fazem de madrugada, na epoca do Ramada, pois ela sustenta bem…rs O cafe da manha egipcio e composto basicamente de fava, taameia (o nosso conhecdio falafel, so que feito com favas, e nao com grao de bico), pao, queijos, batata frita, ovos fritos,etc…depois de comerem, eles fazem cha e tomam, apos a refeicao, e nao durante. Mas na minha opiniao a comida mais tipica aqui do dia a dia e o mahshe (charutos),feitos de beringela (pequena e branca), pimentao, repolho, folha de uva, abobrinha, mas aqui eles recheiam com arroz temperado, e nao com carne moida. Outra coisa muito tipica aqui e a molorreia, um caldo de uma verdura que nao existe no brasil, meio gosmenta…eles gostam MUITO!

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Eliane no Egito

Gostaria de relatar a todos os participantes, a situacao extremamente desagradavel que passei aqui em cairo. Minhas filhas estao em recesso escolar, duas criancas uma com 11 e outra com 6 anos, caimos na besteira de procurar um parque para ir e nos deslocamos de maadi para a 6 de outubro, um lugar aparentemente civilizado, ate entao.Fomos ao dreams parque, que esta equivocado ate no nome, pois deveria se chamar  pesadelo, tomei o cuidado de apesar de estar fazendo um calor de 40 graus, fui com uma blusa de manga comprida, calca jeans e tenis, para nao “afrontar” as pessoas, nao entendi nada pq logo assim que entramos, fomos atacados, repito, literalmente atacados pelos frequentadores assim como nos, nos cercavam riam da minha cara, da minha e da minha filha, nos diziam palavras horriveis em arabe e em ingles, simulavam agressoes fisicas, e se prostavam na nossa frente, nao nos deixando passar, foi uma experiencia horrivel que nao desejo para ninguem, entramos e saimos em menos de 20 minutos, nao conseguimos utilizar nenhum brinquedo, ja que nao havia nenhum policial e muito menos seguranca particular do parque, gostaria de entender, porque tanta falta de respeito e tanta falta de educacao, em querer agredir verbalmente pessoas que nao fizeram nada a eles, odio, discriminacao gratuita e sem proposito, nao posso generalizar, mas so posso concluir que os egipicios em regra sao mal educados e grosseiros, me senti ultrajada e eu e minhas filhas saimos do parque chorando, nao posso nem repetir aqui as palavras que nos diziam.

porque? porque eu nao uso veu? porque eu nao acho que o meu corpo criado por Deus seja sujo? Fiquei tao traumatizada que pretendo cumprir o meu prazo de contrato aqui e nunca mais voltar, o egito e lindo, mas os egipicios deixam muito a desejar, isso eu sendo gentil, porque uma mulher sozinha com duas criancas aqui nao e nada, nao se deve ao respeito, a nao ser que ela esteja coberta dos pes a cabeca? meu marido trabalha viajando, e por isso nao pode sair conosco sempre.
sera que as egipcias por utilizar o veu em um pais cristao, deveriam ser tratadas da mesma forma? falta de respeito e intolerancia? pareciam vandalos sanguinarios, dispostos a nos atacar fisicamente, dignos de pena, ja que se acham mais religiosos e quem tem fe mais que o mundo inteiro. Recomendo as brasileiras, principalmente as apaixonadas por egipcios que pensem bem antes de vir para ca, pq aqui ou voce tem dinheiro para viver em um bairro de estrangeiros, ou voce vai conviver na selva com eles, em todos os sentidos, me desculpem nao estou poupando palavras pq hoje foi a gota de agua, me senti ultrajada. Sou advogada, sou livre, independente nao preciso de um homem ao meu lado para me defender, entao nao aceito que me destratem, me julguem e me humilhem pq nao tenho um ogro do meu lado, pra bater por mim. Fiz uma reclamacao por escrito na administracao, acredito que nao adiante nada, mas so para deixar registrada a minha indignacao. Porque isso vai muito alem de um dos maridos bonitoes aqui que se divertem enquanto as mulheres estao em casa, e estao bem fresquinhos com suas camisetas na beira da piscina, e a mulher de longe olhando o bonitao se refrescar, isso e cultural respeito, respeito tb o fato de as mulheres deles (Deus me livre e guarde) nao poderem sair sozinhas enquanto eles saem para onde com quem e com quais querem, isso tb e cultural.
Mas nada justifica falta de educacao com o semelhante, falta de respeito e vandalismo, porque aqui eles precisam ainda evoluir em muitas coisas, mas o que mais falta e respeito ao proximo, principalmente quando esse proximo e uma mulher, que para eles aqui nao e nada, alem de parideira de filhos, de preferencia homens, pra que o pai nao sofra a “decepcao de ter uma filha” com razao coitado pq ele sabe que do mesmo jeito que discrimina, a filha vai ser discriminada tb


O Egito e lindo tudo de bom, bonito e barato, mas pra passar e ir embora, pq ninguem te avisar que antes de viver aqui vc precisa de um curso de sobrevivencia na selva.
abracos

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Brasileiros no Egito - As primeiras impressões [By Eliana Araújo]

Tudo me impressionou muito quando cheguei em cairo pela primeira vez, mas quem me recebeu primeiro, foi o calor, nao estava nem tao quente ,mas o calor veio me recepcionar e me dar as boas vindas, como querendo dizer bem vinda ao Cairo, adorei.

Depois logo que ingressei no aeroporto ver as placas escritas em arabe, foi o mesmo que alguem me dizer, olha e verdade vc esta em um pais do mundo arabe. tb adorei, foram sensacoes fantasticas e unicas. Depois a terceira impressao foi o cheiro, senti um cheiro muito forte, que nao era tao ruim, mas tb nao era bom, era um cheiro de gente, muita gente, um cheiro tipico, mas nao me assustou, pq eu estava com o meu coracao aberto pra uma nova vida. logo que sai do aeroporto e entrei no carro, comecei a passar pela estrada e primeiras ruas, me senti em casa e senti um clima muito familiar, como se realmente eu ja estivesse estado ali antes.

Hoje sou apaixonada por esse pais e sempre quando estou negociando preco ou comprando algo, sempre digo pra eles ana mastreeia, porque e verdade, sinto o egito no meu sangue, nas minhas veias, nao e perfeito esta longe disso, mas gosto demais deste pais. amo a sua beleza, a sua simplicidade e a sua seguranca tb, nao sei como conseguem mas eles fazem funcionar, vc consegue se sentir mais seguro aqui.

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Cairo - Police Museum

Construido na antiga Torre do Leão do período mameluco – assim chamada por causa das estátuas desses grandes felinos na base do prédio – esse pequeno museu ilustra a história policial do Egito através dos tempos. Entre as peças espostas estão uniformes e armamentos, uma pequena mostra sobre assassinatos politicos e relatos de temidos criminosos egipcios, como Raya e Sakina. Faz parte do museu uma pequena fileira de celas, em uso até 1983. Entre seus últimos ocupantes estiveram os assassinos do presidente Sadat, presos lá enquanto aguardavam julgamento, em 1981. O terraço do museu oferece excelentes vistas da cidade.

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Cairo - Military Museum

Erguido por Mohamed Ali em 1827, foi residencia da familia real do Egito até 1874, quando o quediva Ismail se mudou para o recem construido Abdeen Palace. O prédio serviu de hospital militar na ocupação britanica da Segunda Guerra Mundial, e se tornou museu militar quando o controle da Cidadela voltou ao Egito em 1946. Estão expostos uniformes, armamentos e dioramas de batalhas. Parte da decoração palaciana é impressionante, a exemplo do magnifico trompe l’oeil do salão principal.

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A aculturação [By Cris] - Parte III

Outra coisa que notei que mudou em mim, desde que mudei para cá… aprendi a valorizar muito mais meu país e meu povo. Aprendi a ter muito orgulho de meu país e meu povo, aprendi a admirar e valorizar muito mais as mulheres de meu povo, mesmo com toda a imagem distorcida que nosso país tem aí fora, com suas mulheres nuas, prostituição etc e tal… EU SEI que a mulher brasileira dá de dez a zero em muitas por aí, EU SEI que meu país é maravilhoso, tem palmeiras onde canta o sabiá… meu país e verde, colorido, limpo, cheiroso, meu povo sorridente, MESMO as pessoas mais pobres e humildes, sempre tem um sorriso no rosto, uma palavra simpática. Então, devemos lembrar o seguinte, nenhum lugar do mundo, nenhum país e 100% perfeito e bom. Todo lugar terá suas vantagens e desvantagens, o que precisamos fazer quando vivemos num lugar, seja ele qual for, e nos FOCARMOS nas coisas boas, nas vantagens, para podermos ficar um pouco mais em paz.

Quando sinto saudades da nossa vida no Brasil, paro e penso em como é boa minha vida aqui de casada, no quanto sou feliz quando estou tomando um café da manhã com meu marido, ou mesmo à noite podermos assistir a um filme juntos, e dormirmos juntos mais que 5 horas por noite, e como sou feliz em poder ter tempo de estar compartilhando isso com vocês, calmamente, sem pressa para nada, ter tempo de escrever isso tomando um cafezinho em frente ao computador….

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A aculturação [By Cris] - Parte II

Quando ficou pronta a nossa casa, e mudamos, tudo melhorou, pois a primeira fase do sofrimento, a saudade de minha terra e familia, ja tinha melhorado, eu fui ao Brasil passear, etc e tal… isso com o tempo melhora. As vezes, ainda tenho uns surtos, tipo…vejo umas imagens da minha cidade, no Bom Dia São Paulo, na TV pela internet, e choro de saudade, mas isso com o tempo, para mim pelo menos, melhorou.


A segunda fase, que foi a de morar em família, também ficou para trás, porque agora estamos em nossa casa, e vivemos do nosso jeito, sem nenhum problema, com os nossos hábitos, que, em sua maioria, já tinham sidos adquiridos no Brasil, quando moramos lá.


A terceira fase, a adaptação ao país, digamos que já tenho superado 75%. Tive que aprender a ser mais flexível, menos exigiente, mais tolerante… muitas coisas para poder conviver com o povo daqui. Questões de prestação de serviço, atendimento no comércio, direito do consumidor, respeito aos não fumantes, respeito como cidadão…isso tudo tenho que fechar os olhos e os ouvidos… senão eu não vivo! Como disse, estou bem adaptada, mas quase sempre tenho meus dissabores na vida do dia a dia. Sei que isso não vai mudar, eu não tenho esperança que tudo isso mude tão rapidamente, então tenho que me adaptar a minha nova realidade.

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A aculturação [By Cris]

A minha experiência…foi muito, mas muito difícil a minha adaptação aqui. Estou aqui há um ano e meio, posso dizer que sou feliz aqui, por conta de meu casamento, meu esposo, minha vida de casada aqui é melhor que no Brasil. Mas não amo viver aqui, estou, digamos, bem adaptada, mas difícil passar um dia em que eu não saia na rua e não tenha um dissabor. E olha que vim para Egito de coração aberto, queria muito vir, e também fui preparada pelo meu marido para o que iria encontrar pela frente, ele nunca mentiu ou omitiu algo, mas…a gente só tem noção mesmo quando se vive no país. Minha primeira vinda foi como turista…maravilha…A segunda visita, para encontrar com o Mohamed novamente, e decidir o que faríamos com nosso futuro…tudo bem, me senti uma meio-turista, mas sempre cuidada e protegida por ele, não tinha nenhum dissabor…rs. Na terceira visita ao Egito, vim para casar, passei um mês aqui, mas ainda era uma meio-turista…enchergava com outros olhos, olhos de quem vai passar um mês e ir embora….rs Quando vim morar, e que a coisa pegou, pois inicialmente , chorava de saudades de minha terra, familia, amigos, sentia falta muito grande do que deixei para trás. Num segundo momento foi a difícil tarefa de me adaptar a morar junto com família, até nosso ap. ficar pronto, coisa que para mim foi um esfoço hercúleo, pois eu já morava sozinha há 15 anos, acostumada a tudo certinho, tudo do meu jeito…ai eu me vi tendo que me adaptar a viver sempre com muita gente em casa, cunhados, cunhadas, crianças…e me adaptar a costumes familiares totalmente diferentes dos meus…essa foi uma segunda fase, bastante dolorida…rs E a terceira fase, foi me adaptar ao país, costumes, povo, tradições, etc…como uma criança, que tem que aprender tudo de novo…como, onde, quando, porque….a uma nova vida, uma nova rotina, realidades, hábitos…meu Deus, foi muito difícil!! As coisas mais simples, tipo…onde encontrar tal coisa, como fazer, como falar com as pessoas, como não magoar, ofender, como ser entendida…

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Emad no Brasil - Parte 4

Como mencionei com todo respeito a este país, é normal te algum conflito com a nova cultura ou novo pais, mas isso não significa que você o odeia. Se os casais brigam quando casam porque são novos um para o outro e eles não mostraram tudo em detalhes do que eles costumavam fazer quando solteiros, mas agora eles tem que mostrar poruqe não maneira pra escapar do que pode causar conflitos mas depois passa e encontram a felicidade, então tenha certeza, quando você se muda pra um novo lugar, mesmo se estejam comendo sua comida ou falando sua língua, você se sentira estranho e se queixara sobre alguma coisa, você tem que respeitar, entender e aceitar alguns fatos do novo lugar. Claro que você fará o melhor para sobreviver e ter sucesso, se você for o primeiro a ser honesto consigo mesmo e você fracassará e encarará o sonho de terror como você o chama, se o seu propósito de mudar fosse algo estúpido e mal.

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Rah no Brasil


A adaptação é algo muito dificil quando se vem de um país diferente, não é fácil, no começo foi muito dificil para mim, que nao entendia ninguém, e ninguém me entendia, depois eu fui me habituando, e comecei a sair sozinho sem auxilio, e dai em diante as coisas começaram a mudar, mas devemos encarar as coisas com coragem, perseverança, firmeza, e dedicação, tudo em nossas vidas tem um objetivo, dos mais variados possíveis, e consubstanciado nele é que devemos agir para ter nossos sonhos realizados com a ajuda de Deus. Abrir a mente para a nova cultura é um passo importante para a adaptação, ninguém se adapta se olhar através de um angulo controverso, eis as motivações, certamente não faltam para que se concretize da forma que esperamos ou sonhamos.
Bom, estou em Brasil há mais de 15 anos, hoje posso dizer que sou brasileiro também, pois esse país de braços abertos me acolheu como um filho. Já me adpatei ao modus vivendi do povo do Brasil, que por sinal é um povo maravilhoso, e se assemelha em nós em algumas coisas, mas no começo foi muito difícil minha adaptação quando aqui cheguei. Primeiramente pela linguagem, como sofri para entender portugues, sofri muito, em Egito eu via algumas pessoas falando português em Cairo, mas não conhecia uma só palavra. Minha famíli é do sul do Egito, viviamos em um pequeno povoado em Luxor, e lá entre nós coptas tinha muitos familias que falam fluentemente essa língua na familia, usam o arabe no dia a dia fora de casa, e como e tradição ensinar crianças a falar ela para que não se perca, eu fui uma dessas crianças, de origem familiar muito humilde, minhas primeiras palavras foram em copto, aprendi arabe com uns 6 anos, e o ingles muito tempo depois. O tempo foi passando fomos para Cairo, uma cidade bem grande, movimentada, claro, não como São Paulo, mas para um menino do sul do Egito acostumado com a realidade do campo aquilo era novidade, de um lado o esplendor das piramides e do outro uma cidade grande em constante evolução, onde vivi uma parte de minha adolescencia.  Passado alguns anos por iniciativa dos meus pais, decidimos sair do Egito, mas ir para Estados Unidos ou Brasil ? O Brasil foi a escolha, e aqui haviam algumas pessoas conhecidas de minha família. Quando aqui chegamos eu me deparei com um universo totalmente diverso daquele que conhecia desde Luxor ao Cairo. Fui aprendendo a ir nos lugares sem auxílio de brasileiros, mas onde eu abria a boca em São Paulo as pessoas me olhavam com um certo espanto, e me perguntavam de onde eu vinha, de qual país do oriente médio e o que eu pretendia fazer aqui no Brasil, mas essas perguntas tinham um quê de curiosidade, e quando falava do Egito, recebia um sorriso e lá vinham assuntos de faraos, mumias e piramides, rsrsrsrsrs


Levei um bom tempo para me adpatar a linguagem do portugues brasileiro, mas aos poucos fui entendo e falando, dando continuidade a minha formação academica no Brasil, e confesso que nos primeiros tempos foi penoso, não apenas pela linguagem em si, mas as piadas que recebia, pois eu era diferente, tinha costumes totalmente antiquados aos moldes brasileiros, e claro um sotaque muito forte, uma mistura de copta e arabe, lembrando que o copta ou egípcio, um idioma que nem é conhecido pela maioria dos egípcios, apenas nossa comunidade fala ele. E de repente eu no Brasil, o choque cultural foi muito grande, não só para mim, mas tambem para meus pais, se bem que eles já conheciam um pouco da cultura daqui. O Brasil em termos de aceitação de costumes de um estrangeiro é o melhor país do mundo, aqui eu posso ser egípcio ou brasileiro, rs, já no Egito, a coisa é bem diferente, lá o estrangeiro tem que ser egípcio, nem todo lugar lá é igual, varia muito de região para região, mas no sul o tradicionalismo ainda é grande. Uma coisa que estranhei muito aqui foi a comida, mas quando se fala estranhar, pode dar conotação negativa, ao contrário, adorei a comida brasileira, mas como a maioria dos estrangeiros que vem de fora, a princípio voce estranha, pois aquele cardápio é totalmente diversificado daquele que costumeiramente voce em Egito era habituado, até os horários daqui eu diria que foi de dificil adaptação, aqui os horarios de almoço, janta, dormir, trabalhar, etc, são diferentes do que eu tinha enquanto lá vivia. Mesmo após esse lapso temporal em que vivo no Brasil, não deixei de ser egípcio, e ainda sim, embora abrasileirado, rs, alguns costumes daqui são de dificil aceitação, mesmo depois de tanto tempo vivendo aqui, mas até ai é uma questão cultural, são países de culturas diferentes, eu não posso querer construir um Egito dentro do Brasil, cada povo tem seu modus vivendi e isso deve ser entendido e compreendido por nós que aqui chegamos.
Se eu for comparar o padrão de vida que tenho hoje no Brasil em relação ao Egito, diria que é uma grande distância entre um ponto e outro, ou seja, obvio que a vida aqui no Brasil é melhor, isso porque nem estou comparando com Luxor, mas com o proprio Cairo, a capital de nosso país, que é uma cidade enorme em desenvolvimento. Problemas político e sociais não só o Brasil possue, mas o Egito e ainda outros, cada nação tem suas diferenças e seus problemas internos, desde quando me conheço por gente o Mubarak é presidente no Egito, e isso eu diria que me incomoda bastante, é uma política completamente inaceitável que está instalada no Egito, e creio que não seja bom para a maioria de nós egípcios. Assim como o Egito, minha pátria amada o meu povo é bendito, diria o mesmo aqui dos brasileiros e sua pátria que hoje também considero minha por amor a essa terra e a esse povo que me acolheu com compreensão e carinho e que me deu oportunidade para poder viver, viver em paz, ter alegria sem qualquer perseguição governamental. Uma coisa que me agradou muito aqui no Brasil é a liberdade de expressão e de religião, garantidas pela constituição brasileira, não que eu esteja criticando duramente meu país, mas como cidadão egípcio que sou tenho todo o direito de expressar meu pensamento acerca da conjuntura política de meu páis e seu ordenamento jurídico contraditório, não sou obrigado aceitar tudo o que se passa lá, evidentemente é uma questão pessoal que prefiro não discutir ! Muitas vezes é fácil olhar o Egito como turista, mas vivenciar a realidade local nem sempre é simples, por outro lado, amo o meu país, e quero que as coisas um dia mudem, que venha um governo mais justo e que tenha mais dignidade respeitando verdadeiramente todos cidadãos egípcios sem qualquer distinção de etnia ou credo religioso !
Aprendi amar o Brasil da mesma forma e na mesma intensidade que amo o Egito, é aqui que vivo, é aqui que pretendo viver de agora em diante, e que Deus abençoe a todos brasileiros que estão no Egito, e todos nós egípcios que estamos no Brasil e no mundo.

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Mohamed no Brasil - Parte I

Gostei da idéia de viajar para fora do Egito com a mulher que eu amava, para descansar um pouco do meu trabalho que já durava 4 anos, sem férias. Eu sempre viajava dentro do Egito por causa de meu trabalho como tourlleader, mas essa viagem seria bem diferente… Deixei minha família querida com minhas roupas molhadas das lágrimas de minha mãe, irmã e irmãos, e também de minha esposa que estava viajando comigo. Mas eu estava com o coração calmo porque minha família tinha fé e sabiam que eu estava viajando com a mulher que meu coração tinha escolhido. Somente a saudade que ia queimar dentro do peito. Entrei no avião com a roupa ainda molhada, pois minha esposa ainda estava chorando. O avião começou a levantar vôo do chão do meu país, e era a primeira vez que eu iria voar tantas horas, e para tão longe… Duas horas antes da chegada ao Brasil, eu pensei “Se o Brasil for um país ruim ou se eu não gostar de viver lá, vou ter que pegar esse bicho de novo, e passar todas essas horas voando de novo…oh meu Deus! vai ser muito difícil eu decidir voltar para o Egito de novo..” Acho que esse foi um dos motivos também que me fizeram ficar lá por 9 meses…rs

Chegamos ao Aeroporto Internacional de Cumbica, era noite, encontramos com a família de minha esposa, levaram a gente para casa e foram embora.
Minha querida pediu uma pizza, e logo depois chegou um menino que estava carregando uma bacia grande de isopor, eu achei que tinha chegado a hora de lavar as roupas ou a escada do prédio. O menino abriu a bacia e pegou uma pizza grande, cheirosa e quente de dentro dela, e havia algumas moedas em cima da caixa da pizza, coladas com durex. Não entendi porque essas moedas estavam ali e porque a pizza estava dentro dessa bacia, mas eu estava cansado da viagem e não tinha cabeça para pensar. Dei a nota de dinheiro para ele que a minha esposa tinha me dado e falado “When the man of pizza come, give him this money”…e foi isso que aconteceu. (mais tarde vim a saber que essas moedas eram o troco, e que eu deveria dar de gorjeta para o menino…rs) O menino olhou para mim e falou alguma coisa, não sei o que ele falou para mim, mas achei que era uma coisa boa, pois ele estava sorrindo. Nem soube dizer essas palavras novamente para minha esposa para saber o que significava. Era minha primeira vez que encontrava com a pizza da pizzaria Sabor frente a frente ( que veio a ser nosso jantar de todo sábado…rs), e a cada mordida na pizza eu comecei a gostar da minha nova vida mais e mais, e também estava feliz dentro de mim porque tinha impressão que não iria pegar aquele bicho grande chamado avião, de volta para o Egito tão cedo…ia passar um tempo até eu esquecer essa surra que durou quase 20 horas…

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Mohamed no Brasil - Parte II

Nasceu o sol, e a luz entrou pelas cortinas, era uma luz do sol diferente do que eu já tinha visto antes, era mais forte, mais clara, mais quente. Olhei pela janela e vi uma vista bonita, era uma vista de muitos carros que estavam estacionados de forma organizada, e havia árvores e montanhas. Tomamos um café da manhã brasileiro, bem brasileiro, comemos pãozinho com manteiga e bebemos café, e comemos algumas frutas que eu nunca tinha conhecido antes. Depois de um pouco sumiu o sol e chegaram as nuvens com chuva. Virou inverno, que era verão…Eu gostei da natureza do Brasil, as cores das casas, das árvores, a cor do céu, o cheiro no ar depois da chuva…tudo isso foram coisas que fizeram parte da minha adaptação ao Brasil. Depois de um tempo comecei a encontrar com um povo que só falava uma língua, na padaria, no ônibus, no metrô, na televisão, até no banco. O problema é que eles achavam que é normal falar uma língua só, e querem que você entenda tudo o que eles falam. Eu tentava entender o que eles queriam dizer através do movimento do rosto, ou pelo sorriso ou pelo movimento dos braços, mas deveria aprender mesmo essa língua do Brasil para entender o que eles queriam dizer. Mas eu senti uma vontade muito grande de aprender essa língua para saber o que esse povo falava quando abria a boca…. Fomos para muitos lugares no Brasil, serra, montanha, praia, rios, mercados, feiras de artesanato, monumentos, vi coisas lindas e lugares maravilhosos, vi também 25 de Marçco, Shopping Ibirapuera, Av. Paulista…e sempre ficava admirado com as cores e a organização dos lugares… Sobre os restaurantes, e o que esse povo come, e como eles apresentam a comida, eu tenho muita conversa…rs

O clima e a temperatura do Brasil – é preciso palavras e palavras para explicar como é, e também o ar do Brasil, e fica difícil explicar para quem não repirou no Brasil. A primeira coisa que chamou minha atenção quando eu cheguei lá no Aeroporto Internacional de Cumbica, era o cheiro, tinha um cheiro forte, cheiro de que? Não sei, era um cheiro bom, e enquanto nós estávamos andando dentro da sala do aeroporto, passando pelos restaurantes, eu estava olhando para todos os cantos e vi moças bronzeadas com roupa azul e algumas coisas brancas na cabeça que estavam trabalhando nas máquinas de café. Eu senti um cheiro de café muito forte em todos os lugares com cheiro de pão quente que estava mergulhado em manteiga. Esse cheiro entrou no meu nariz s senti como se fosse a primeira vez que eu sentia o cheiro de café na minha vida, e vi todo mundo carregando bandejas com xícaras brancas para direita e para esquerda. Quando eu saí da sala do aeroporto achei e eu estivesse perto do mar, mas não era. Era um cheiro de ar fresco e limpo. E depois eu entendi que sempre tem chuva e sempre vai ter gotas de chuva na sua mão, e isso faz o ar ter sempre essa claridade e frescor.  Lá fomos nós e nossas malas, para o caminho que ia levar a gente para a nossa casa. Os carros corriam um atrás do outro,e foi impressionante para mim ver todos os carros brilhando e tomei um choque quando vi os pneus dos caros pretíssimos como se todos os pneus fossem novos. Na verdade eu gostei muito do sistema de tráfego do Brasil, de como os carros andam dessa maneira organizada que me lembra as esteiras das latas de Pepsi que estão na fábrica. Mas, sinceramente eu posso dizer que eu não consegui dirigir em paz no Brasil, com esse negócio que tem 3 cores que se chama farol, talvez eu não estava acostumado com isso. Porque no Egito os faróis estão sem luz, ou melhor, estão sempre com a luz cor de laranja

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Mohamed no Brasil - Parte III

Fiquei 2 ou 3 dias la e não vi e nem encontrei com nenhum pãozinho normal redondo como o que a gente come aqui no nosso país. Fiquei desesperado, queria o pão egípcio, mas não achei, e no final fiquei comendo pãozinho com manteiga com tanta satisfação!Mas aquela hora que você come pãozinho quente com manteiga com uma xícara de café com leite, você esquece todos os pãezinhos do mundo inteiro. A comida é muito importante na nossa vida, há comida que faz você feliz e outra que faz você triste, há comida que faz você doente ou outra que faz voce saudável. Todos esses motivos são importantes na hora da escolha do que vai satisfazer suas necessidades de alimentação. E também o preço da comida é um motivo importante na hora de determinar o que você irá comer. No Egito talvez esse tema seja um pouco complicado, porque 50% da comida que vende na rua e o povo come no dia a dia está bem suja, e 30% faz mal para a saúde, e 10% voce pode comer e depois tem que tomar um comprimido bem forte para limpar o que você ingeriu, e 10% são comidas de restaurantes muito caros que nem dá para chegar perto. E esses motivos faz a comida feita em casa ficar em primeiro lugar na escolha entre as opções de alimentação. Mas no Brasil esse assunto é bem diferente, ou melhor, bem ao contrário. As frutas, verduras, até a comida dos restaurantes são frescas e limpas, não há frutas estragadas no mercado, pode ter até fruta doce e outra amarga, mas sempre frescas. E os preços dos alimentos são bem acessíveis, não e como aqui no Egito, você paga o preço de uma vaca inteira para comer um pedaço de carne!
É bom andar em São Paulo, há árvores, ar fresco, sol, som de pássaros e as vezes há chuva e tem lugares para beber café com salgadinhos em todos os cantos da cidade, e dependendo da sua sorte, voce pode ter a chance de ver um filme de criminosos com balas ao vivo, ou filme erótico na sua frente, sem precisar ir ao cinema. Isso para quem gosta de aventuras ou viver perigosamente. Então, pergunto: você pode se adaptar com tudo isso? Deixe que eu explico mais, adaptação em uma nova vida é um assunto importante. Há pessoas qeu ficam gostando de tudo no começo,tudo o que eles encontram eles gostam e falam ^que bom^, ^que beleza^,^que maravilha^, e depois de um tempo eles ficam cuspindo no prato que comeram. E há outros que não gostam no começo e com o tempo eles dão mais chance para seus espíritos e começam a gostar um pouco mais daquele lugar. As pessoas são diferentes, cada um tem seus motivos e suas opiniões. Alguém pode gostar de tudo, da comida, do clima e do povo, e outro não, é claro que não tem nada completo na vida, sempre há falta de alguma coisa, sempre tem um lado que não está completo, a vida é assim, mas na minha opinião, a pessoa deve se acostumar com o ambiente que está ao seu redor ou que Deus te colocou. E essa maneira de pensar facilita muito o poder viver em todos os lugares, e ajuda a se acostumar ou ter forças para poder aguentar. Eu carrego comigo muitas lembranças boas e outras ruins dos meses que passei no Brasil. Gostei que todas as pessoas falam o tempo todo: ^vá com Deus^, ^vem com Deus^, ^fica com Deus^, ^Deus te ajude^, ^Deus lhe pague^…E gostei tambémda paciência que está no povo e como eles se tratam com muito amor, com muita franqueza e muita clareza, e gostei também como els todos vivem em paz, brancos e pretos, ricos e pobres.
E adorei os serviços dels e como els te ajuam em todos os lugares e como eles respeitam as regras e as leis, e cada um respeita o outro. Alguém pode falar que eles são assim por causa das leis e as multas, mas eu falo que até fazer isso só por causa da multa é bom…porque vai melhorar a vida dos outros… Gostei muito também da comida do Brasil, eu não tenho papéis suficientes para escrever sobre a comida do Brasil, mas acreditem em mim quando eu falo que no brasil a comida está sempre fresca, limpa, cheirosa, gostosa, colorida, temperada, diferente e deliciosa. No brasil eu aprendi que cada lugar ou pedaço do boi tem um sabor diferente e tem uso diferente. No final eu quero dizer que a comida do Brasil e a melhor que a melhor comida do mundo, mas …. NÃO TEM PÃO EGÍPCIO!!!

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