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O Rio Nilo

Não fosse o capricho da natureza ter feito seguir o Rio Nilo do sul para o norte da África, rasgando as escaldantes areias do deserto, não existiria o Egito que a gente conhece das aulas de História, com seus faraós e monumentos descomunais que tiveram início por volta de 3.000 anos antes de Cristo.

O Egito é antes de tudo o Rio Nilo. Nem por nada que o historiador grego Heródoto afirmou que "o Egito é um presente do Nilo". Podemos dizer que o Egito, restrito na prática a seu Vale e a seu Delta, é o maior oásis do mundo, encravado entre o Deserto da Líbia e o Mar Vermelho. De Assuã (Alto Egito) até o Cairo, o fértil Vale do Nilo varia de 1,5 a 14,5 km de largura. Depois do Cairo, o Nilo se divide em dois braços principais, Damieta e Roseta, para atingir o Mar Mediterrâneo juntamente com uma infinidade de canais de tamanhos decrescentes que irrigam todo o Delta do Nilo (Baixo Egito), considerado uma das regiões mais férteis do planeta.

O Nilo de águas azuis que passa solene e manso pelo Cairo deriva-se de dois afluentes principais: o Nilo Branco, que se origina no Lago Vitória, e o Nilo Azul, que nasce na Etiópia. O Nilo tem, ao todo, 6.670 km de comprimento, só perdendo em extensão para o Amazonas-Ucayali.
O Nilo é tão importante para o Egito que o ex-Presidente Sadat já foi até à guerra com o Sudão por causa de suas águas. Como o Egito está no final da "fila" e é o último a receber o precioso líqüido, depois do Sudão, Quênia, Etiópia e outros países, procura impor uma política de utilização conjunta de suas águas e qualquer projeto de hidrelétrica ou irrigação nos outros países deixa o governo egípcio com o cabelo em pé. Ao todo, são nove os países que dependem das águas do Nilo.

Basta dizer que a quase totalidade da população egípcia se comprime nos 4% de suas terras férteis - o Vale do Nilo e seu Delta. Para se ter uma idéia da superpopulação egípcia, uma das maiores do mundo, é mais ou menos como se toda a população residente nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro vivesse num Estado como o Pará, mas com a diferença de não povoar o interior de todo aquele Estado, mas apenas as margens do Rio Amazonas, incluindo a Ilha de Marajó, que seria o Delta. 

Importante é frisar que nesse pequeno espaço em que o povo divide suas terras para a plantação e para sua habitação, o Egito consegue a proeza, ainda assim, de produzir quase tanto trigo quanto o Brasil, superando nosso país na produção de alho e cebola. Durante a Guerra da Secessão, nos EUA, o Egito se tornou o maior produtor mundial de algodão!


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A Sultana Shagaret El-Dur


O jornal egípcio Al-Ahram (As Pirâmides) nº 7, de 11 Abr 91, conta a interessante história da Sultana Shagaret El-Dur. 

Al-Salih Nagmeddin Al-Ayyubi, considerado "Sultão Mártir", morreu em 1249 na batalha de Al-Mansura, quando um exército de cruzados francos atacou o Egito. 

Sua mulher Shagaret El-Dur, temendo o baixo moral que se abateria sobre as tropas egípcias com a notícia da morte do Sultão, espalhou a notícia de que seu marido se encontrava enfermo e recolhido em sua casa. 

Ela passou a assinar todos os decretos em nome do marido e a dar ordens da residência real como se ele estivesse vivo. Somente quando os francos deixaram o país é que a morte do Sultão foi anunciada. 

Em reconhecimento a suas habilidades, Shagaret El-Dur foi feita Sultana do Egito, a única mulher a governar o Egito islâmico em seus 14 séculos. Quando voltou a se casar novamente, o poder passou ao novo marido. 

O fim da Sultana foi trágico: uma rival a matou a tamancadas, dentro de sua banheira. 
Em Zamalek, no Cairo, há uma rua com o nome da Sultana, a Shária (Rua) Shagaret El-Dur, paralela com a Shária Al- Barazil (Rua Brasil). 

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O Que os Egípcios Bebem?


No que se refere às bebidas, o chá tem uma importância enorme na cultura egípcia.

Ele é servido bem doce, a menos que você especifique o contrário.

O café é servido no estilo turco, muito forte e bastante adoçado.

Uma bebida que pode ser bastante refrescante para os dias quentes no Egito, é o karkadeh, feito de pétalas secas da flor do hibisco, que pode ser servido quente ou gelado. 

Há também uma grande variedade de sucos de frutas.

Os mais comuns são de manga, goiaba branca e morango

A garapa (caldo de cana) é muito famoso no Egito, só que ao contrário dos brasileiros, é tomado puro e não misturado com frutas.

No inverno é servido uma bebida quente, doce e leitosa, misturada com passas, amêndoas e coco chamada de sahleb

A cerveja local é fraca e os vinhos e destilados egípcios são considerados fortes demais.




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Kebab e Kofta - O Churrasco Egípcio

Kebab é um prato muito popular feito de carne de carneiro ou frango, cortada em pedaços, marinada e grelhada.

Uma variação do kebab é a kofta, que é o mesmo prato feito com a carne moída e preparada do mesmo modo.

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Grãos

No Egito, a dieta básica gira em torno de grãos como fava, grão de bico e lentilha. 

Um prato muito comum é o foul - um ensopado consistente feito de grãos de fava temperados com pasta de gergelim e suco de limão.






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A Festa do Sacrifício - by Fada

Eid ul-Adha (em árabe: عيد الأضحى, "Festa do Sacrifício") é um festival muçulmano que marca o fim do Hajj ou peregrinação a Meca. Acontece no décimo dia do último mês do calendário islâmico (Dhu al-Hijjah). É celebrado pelos muçulmanos de todo o planeta em memória da disposição do profeta Ibrahim (Abrãao) em sacrificar o seu filho Ismail conforme a vontade de Deus.

História
Segundo o Alcorão, livro Sagrado da religião islâmica, Ibrahim conversou com Deus em sonho, e Deus disse para Ibrahim sacrificar aquilo que lhe era mais precioso e amado, e para o homem era seu filho, Ismail. Ibrahim então relatou ao seu filho a vontade de Deus, e este concordou com o sacrifício. Ambos partiram para Mina, cidade perto de Meca, onde Ismail morreria. Pelo caminho, Ibrahim foi tentado pelo demónio, que disse para desobedecer a Deus. Mas Ibrahim ignorou a tentação, colocou uma venda em seus olhos para não ver o que mais lhe fazia sofrer, e cortou a garganta de seu filho. Quando Ibrahim retirou a venda, reparou que Deus colocou ao lado do seu filho um carneiro, que foi morto em vez de Ismail.

Forma de celebração
A comemoração, que lembra o sacrifício de Ibrahim, dura até quatro dias. No primeiro dia, homens, mulheres e crianças vestem as melhores roupas que possuem e realizam o salat (a oração) numa grande congregação.

Todos os muçulmanos que possuem meios económicos devem sacrificar carneiros como forma de lembrar o acontecimento. Em alguns casos em vez de carneiros sacrificam-se bodes, bois e camelos. É condição obrigatória que o animal seja macho, adulto e saudável. A carne que resulta destes sacrifícios é distribuída por familiares, vizinhos e pobres.

Os muçulmanos que vivem em alguns países em que a legislação estabelece que os animais devam ser abatidos em matadouros ficam impossibilitados de realizar este festival da forma tradicional. Estes muçulmanos optam por fazer donativos a organizações que executam o sacrifício em seu nome e distribuem a carne entre os pobres de um país escolhido pelo doador.

Faz parte dessa comemoração, visitar amigos e familiares. Em algumas nações, por tradição cultural e não pelo Islam, algumas pessoas trocam presentes. 

Enquanto Eid al-Adha é sempre no mesmo dia do calendário islâmico, a data no calendário gregoriano varia de ano para ano desde que o calendário islâmico é um calendário lunar e o gregoriano é um calendário solar.

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Orkontro: Na Planície de Gizé


Olha só que "loosho"
Um Orkontrinho básico com a pirâmide ao fundo... Da esquerda para a direita: Nane, amiga dela que esquecí o nome (não faz parte da comu), Dani e Isa.


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A História do Cristianismo (Copta) no Egito

(autor - Rah)

Bom nossa história muitos de vocês conhecem, nosso povo remonta desde antes do 4º milênio antes do Cristo, é tido como aceito que a origem do nosso calendário seja de 4241 aC., desde antes do início do período faraônico, inclusive seguimos o mesmo calendário que era usado pelos nossos antepassados, o calendário solar, apenas nosso ano começa em 284 dC. por questões teológicas, a contagem do ano fora modificada, esse ano é o ano que o Imperador de Roma Diocleciano iniciou a perseguição cristãos, nossos mártires que tiveram suas vidas ceifadas por causa de sua fé cristã. 

O Cristianismo foi levado para nosso país ainda nos primeiros anos após a morte e ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo, por Marcos, sendo a igreja Copta Ortodoxa uma das mais antigas igrejas cristãs do mundo, sendo fundada em Alexandria a primeira igreja egípcia e o escola teológica instruindo muitas pessoas na época.

Nesse tempo quando Marcos chegou em Egito, o país ainda era devoto dos ídolos e divindades mitológicas, prestavam-lhe cultos desde os tempos mais remotos, faziam-se oferendas nos templos de Isis, e os rituais de mumificação e a crença da vida após a morte com esse procedimento começou a cair em desuso por causa da palavra de Deus e a fé em Jesus Cristo seu filho, assim como os demais cultos aos ídolos com a fundação da igreja em Alexandria, onde Marcos começou a converter muitos dos nossos antepassados chamando-os para o Cristianismo, mas ainda haviam muitos sacerdotes pagãos que viviam na Ilha de Philae, anos mais tarde quando o Imperador romano determinou a abolição dos ídolos, proibindo as práticas antigas, muitos deles ainda nos templos foram mortos, encerrando-se por fim os antigos costumes religiosos.

Passando o Egito a ser de predominância cristã, com sua rica história, dos seus mártires, que tiveram de sacrificar suas vidas em razão de sua fé em Deus. Por eles é que comemoramos o El-Nayrouz em 11 de setembro do calendário gregoriano, em nosso calendário a data é o 1º dia do mês de Thoth, que também para nós é mais um início de ano. 

Esse primeiro mês antes do período cristão era em homenagem a Thot, o deus da sabedoria e da ciencia, que inventou a escrita chamada em nossa língua no antigo dialeto, Medunetjeru e o escribas que serviam nos serviços. Nosso ano novo antes do tempo cristão era a celebração da enchente do Nilo, a subida das águas, que fertilizava a terra, é chamado em nosso idioma por Ni-Yarouou, que significa os rios. 

Já no período cristão, a Ni-Yarouou passou a representar a festa dos Mártires, que foram perseguidos desde o alvorecer da era cristã. Na celebração, a igreja promove festas de seus mártires e santos, honrando-lhes, é realizada a decoração dos ícones, velas etc...

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Orkontro: Ana & Kris

Este foi um dos primeiros Orkontros da nossa comunidade com Ana (esquerda) e Kris (direita).


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O Homem Egípcio e A Amizade - by Fada

O homem egípcio no geral é bem mais apegado aos amigos, a quem considera irmãos. 

Se um amigo tem um problema, o egípcio toma muitas vezes o problema como seu, sofre com o amigo faz tudo para ajudar. 

Fora as demontrações de carinho, devido ao factor cultural. Os egípcios não tem qualquer problema de dizer ao amigo: bahebak (te amo).. de abraçar, beijar na cara. 

No geral acho muito bonita a amizade entre egípcios.

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O Homem Egípcio & O Homem Brasileiro

♥ Comprometimento
O homem egípcio é muito mais comprometido com o relacionamento afetivo do que o brasileiro.

♥ Maturidade
O homem egípcio amadurece beeem mais cedo do que o homem brasileiro.


♥ Gentlemen
O homem egípcio é muito mais romântico e gentleman do que o brasileiro. E mais atencioso.
E oque mais aprecio é que eles não se importam de mostrar que te amam... o homem brasileiro, normalmente, acha que mostrar afeição demais é uma fraqueza e não combina com o comportamento masculino e sim somente com o feminino ...

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Compromotimento do Homem Egípcio

Comentário de Nadir sobre esse post: Aqui

Concordo contigo Wally. Isso vem da cultura em que eles crescem, são ensinados desde cedo que devem constituir família, aprendem que eles não namoram, mas casam, eles usam o termo "wife" (esposa) de uma forma muito bonita , parecem dar vida ao real sentido da palavra, coisa que o homem brasileiro em sua maioria está a anos luz de distância.

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A Poligamia - by Cris

Minha opinião e que esse e um assunto que gera divergências ate entre os shekhs daqui, como citei num outro tópico , num programa que vi na tv, imagine entre nos, pobres mortais...rs

Tambem e um assunto que aparentemente ha peculiaridades, ha regras, que o profeta citou, por ex, que seria possível o casamento com a segunda DESDE que a primeira soubesse e concordasse...

Enfim, como vários assuntos, nem sempre o ser humano faz o que e correto, faz o que lhe convem... Mas na maioria dos casos que sei aqui, inclusive em novelas, retrata-se muito essa questao, na maioria das vezes o cara casa escondido, a primeira não sabe, e a segunda ou as outras, vivem meio que escondidas...

Então eu acho que o que “pega” no caso da poligamia não e se e certo ou não a poligamia em si, mas o cara enganar a mulher, não agir com clareza e não contar que vai se casar novamente e ai, dar a ela o direito de escolha, se ela opta por aceitar a situação ou prefere se divorciar dele. 

No meu entender, partindo do principio que mentir e enganar e pecado, o cidadão que age dessa forma, enganando a primeira esposa, não esta agindo corretamente.

Mas ja vi entrevistas tambem de um cara que era casado com quatro, mas JA tinha sido casado (e divorciou) com 19, pasmem, 19, e tem acho que quase uns 50 filhos...e todos vivem numa boa...cada mulher vive numa casa, todas se dao bem, se ajudam, e a primeira esposa, disse, na entrevista, que se o cara resolvesse casar de novo, tudo bem, ela gostava dele e queria viver com ele de qualquer maneira...

Entao, vai entender o espirito humano, cada um e feliz de um modo diferente, quem sou eu para dizer que o cara e um malandro? tava todo mundo feliz, todo mundo sabendo de tudo....AMEM...


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A Poligamia - by Nadir

Quando o profeta Muhammad (Maomé) divulgava o Islamismo, a prática da poligamia era vulgar e profundamente enraizada na vida social. 

O Qur'an (Corão - livro sagrado dos muçulmanos) não ignorou tal prática, nem rejeitou, mas também não a deixou continuar sem controle ou restrição.

Primitivamente, os árabes, eram um povo de fraca natalidade e pequena densidade populacional. A valorização de sua raça exigia o aumento dessa natalidade e densidade, e essa foi a razão básica porque, antes do Islã, os árabes já eram polígamos. 

O profeta Muhammad limitou essa poligamia e, em verdade, o Islã admite-a, mas condicionalmente.

Foi estabelecido o número de quatro esposas legais, premissa que na realidade é impraticável, pois o homem não poderá casar com mais do que uma mulher, a não ser que se comprove a esterelidade da primeira esposa ou que esta sofra de uma doença grave, de tal modo que haja impossibilidade de continuar, normalmente, a relação conjulgal. 

A condição alcorânica mais difícil para a prática da poligamia é a de manter a balança da justiça e equidade com todas as esposas. 

Como é óbvio, no campo material é possível ser-se justo equitativo, mas em questões sentimentais pode-se afirmar, categoricamente, que tal é impossível. 

Os grandes exegetas concluem daqui que o espirito do Islã é estritamente monogâmico. Cabe referir que a poligamia só encontra, atualmente, adeptos entre os islâmicos mal informados e está condenada a desaparecer.

Fonte: ABDALATI, Hammudah. O Islã em Foco. International Islamic Federation of Student Organizations. 
Saudi Arabia. 1995.

Bom, o fato é que a cada dia temos menos adeptos da poligamia no Egito, isso não há como negar...

Outro fato também é que quando o profeta Muhammad começou a difundir o Islamismo, a poligamia já existia entre os povos árabes e com certeza se ele dissesse que, a então nova religião simplesmente proibia a prática, a sua pregação não seria bem aceita, e sabe-se lá como que as pessoas, principalmente as que já possuiam seus vários casamentos, reagiriam frente a algo que já estava enraizado na sua cultura, então ao inves de acabar, ele colocou limites... 

Mas enfim, a intenção aqui é ver a poligamia do ponto de vista cultural e não religioso, tudo bem que de uma forma ou de outra está ligado a religião, já que a regra da poligamia vem através dela, mas nosso foco aqui vai ser mais na questão cultural...

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Colchões e Travesseiros - by Cris

Muitos egipcios ainda tem costume de usar colchoes de algodao.

Tem varios tapeceiros que so trabalham com isso, com a confeccao (manual) e reforma (afofar de novo) os colchoes de algodao.


Acho eles meio duros, e quando estao velhinhos, ficam cheios de calombos...senti nas costas um deles por 9 meses...

Agora na nossa casa temos um de molas...rs...aqui tem de tudo, colchao de espuma, molas, mas os de algodao sao bem tradicionais...

E tambem se usa muito aquele travesseiro unico, compriiiiiiiiiiiiido, que ocupa toda a largura da cama.


Geralmente tambem de algodao, super pesado...
Quando voce compra jogos de lencois geralmente vem a fronha grande e duas pequenas, e quando voce compra tecido para fazer lencol, eles perguntam, quantos travesseiros? Grandes ou pequenos?

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Sementes

É um costume muito tradicional o de comer sementes no Egito.


Sementes de Girassol
Sementes de Melancia
Sementes de Abóbora (na foto abaixo - minha favorita)




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Diferenças entre Egípcias e Brasileiras - by Wally


Por outro lado...

Se as egípcias não são muito comprometidas com a limpeza, podemos afirmar que são bem mais comprometidas com a culinária do que as brasileiras.

Acredito que pelo fato de 90% das brasileiras trabalharem fora, não se apegam muito com a idéia de cozinhar, preferem praticidade, tipo comprar uma pizza, ou lasanha pra por direto no forno, etc e tal 

Pelo menos é o que acontece com as minhas alunas e outras mulheres que conheço aqui no Brasil.

Já as egípcias, não sei se é pelo fato de economizar ou se elas simplesmente se agradam de cozinhar, gostam de "inventar moda" na cozinha. Não compram nada semi-preparado.


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Diferenças entre Egípcias e Brasileiras - by Nadir

Eu concordo com Marina, não da pra dizer que a mulher egípcia é assim ou assim, tudo vai depender do grau de religosidade da família dela, porque geralmente quanto mais religiosa mais recatada, vai depender do nível social, do nível de instrução... mas enfim, da pra traçar alguns perfis...

Ao meu ver a grande maioria delas sonha com essa coisa de casamento, em ser uma boa doméstica, mãe e esposa, até porque é isso que a religião ensina, e como o muçulmano em geral não brinca de ser muçulmano, é de se esperar que elas sigam tudo direitinho, diferente da mulher brasileira que em sua grande maioria não está nem aí pra religião e muito menos pra casamento, cada dia que passa a brasileira pensa mesmo em ser independente, concordam?

Gosto na mulher egípcia o respeito que ela tem com seu próprio corpo, elas sabem se vestir de forma elegante e atraente sem que pra isso tenham que mostrar peitos e bundas como acontece com a maioria das brasileiras, isso faz com que as outras pessoas as valorize como pessoas e não como objetos de prazer.

Sabe uma coisa que eu observei, as mulheres egípcias, principalmente as da terceira idade, não me pareceram ser muito preocupada em cuidar da saúde, eu estava cansada de ver mulheres E-N-O-R-M-E-S, tão gordas que ao andar pareciam pinguins, tadinhas . Já a brasileira não, parece ligar mais pra essa coisa de dieta, exercícios pra manter a forma...

Quanto a essa coisa que Cris comentou que as pessos oferecem lugares pra elas sentarem por todos os cantos, eu acho que fazem isso por cavalheirismo, lá a mulher recebe um certo cuidado que já não recebemos aqui. Eu sempre via lá homens que abriam a porta do carro pra elas sentarem, abriam a porta de algum estabelecimento pra elas entrarem.. tão bonitinho! Aqui no Brasil?! Nem vou comentar...

Preguiçosas?! Humm eu acho que isso aí depende de cada uma, minha ex cunhada acordava as seis da manhã, leva as filhas na escola, a tarde pegava na escola, trabalhava até as cinco da tarde e ainda dava aula particular a noite. A sogrinha apesar de estar além dos 50 mas saia de casa as sete e meia e só voltava as quatro da tarde e ainda ía dar conta de cozinha e da casa...

Falar em dar conta da casa eu acho que tenho que concordar que a brasileira é mais limpa que a egípcia, pra falar a verdade por onde eu passei não ví as mulheres egípcias muito preocupadas em limpar aqui e alí não... prefiro deixar os detalhes pra lá...

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